sábado, 30 de abril de 2016

Chegou o Fim... De Abril - BEDA #30

Nos últimos minutos do mês para dizer que... Ufa! Chegamos ao fim.
30 dias postando me ensinaram muita coisa -- que eu compartilho a partir de amanhã -- mas a principal delas, que há muito espaço para melhoria por aqui.

Então faço votos de que você aproveite seu final de sábado a noite, que amanhã outro mês começa e... Precisamos dos nossos lápis em punho.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

"Artista"... Eita Palavra Complicada - BEDA #29

Assisti um vídeo dentro das minhas inscrições do YouTube que me irritou profundamente -- embora eu ainda não consiga formular em todos os níveis porque ele me irritou tanto, mas estamos chegando lá (caso você fique curioso, o link está aqui: https://youtu.be/5L23Q7fFR9c). Tenho uma relação meio que de "amor e ódio" com esse canal -- acho que tecnicamente o cara dá umas dicas boas, mas quando ele vai falar de "arte", mercado e profissão, apesar de ele ser novo, sai de dentro do coração e da cabeça um velhinho de 60 anos, com uma visão meio complicada do mundo... Diria que um equivalente "taxista" da produção visual, mas tudo bem. Não digo que o cara está errado -- com certeza ele tem bastante experiência prática na qual basear suas opiniões. Mas ao longo dos anos, tenho percebido uma tendência em quem trabalha com Design Gráfico, Ilustração e afins a ter uma visão de mundo um pouco complicada, generalizando o mundo por suas experiências pessoais. Isso me irrita.

Se você assistir o tal do vídeo, quero que você perceba o uso da palavra "artista", que foi o que mais me irritou. Eu sei que artista é uma palavra complicada. Complicada como "criativo", por exemplo -- onde estão os limites? O que define uma pessoa ser "artista", "criativo" e outro não -- pois afinal, o que é arte? O que é criatividade? Não faltam definições, assim como não faltam pessoas no mundo... Mas definitivamente me irrita profissionais com atividades específicas; como ilustradores, desenhistas, designers gráficos etc., se intitularem como "artistas" porque exercem essas atividades de maneira remunerada. Você não precisa ganhar dinheiro com isso para se considerar um "artista"... De fato, na maior parte das vezes, por mais que você seja um artista com trabalhos autorais (e sim, eu puxo a sardinha que arte, independente do nível, precisa de um composto autoral identificável) a atividade que faz você ganhar dinheiro não é essa: é design, é ilustração -- nem todo site precisa ser uma obra de arte, nem todo mascote de supermercado precisa competir com a Monalisa... E está ok. Parece que os profissionais de atividades visuais tem mais problemas em entender isso -- redatores, por exemplo, não esperam escrever um folder pensando "WHWD - What Hemingway Would Do?".

Se vamos falar de artistas, eu fecho mais com a abordagem do Jazza do canal "Drawing With Jazza". A coisa é mais ampla do que as pessoas financeiramente envolvidas tendem a dar a entender. Embora ele esteja mais focado em acabar com os preconceitos relativos aos meios e tipos de produção, eu acho que o mesmo raciocínio se aplica as pessoas que a realizam. As coisas tratadas no vídeo inicial do Tiago, podem definir se você será um desenhista/ilustrador melhor ou pior -- mas são incapazes de definir se você será ou não um artista... Quanto mais se será um artista melhor ou pior. Pensamentos assim, são o que fazem muita gente largar os lápis depois dos 20 (ou até antes) simplesmente porque não tem "o que é preciso para ser um artista profissional"... Não tem essa de "artista profissional". Tem arte. Tem gente que faz. Tem gente que ganha dinheiro com isso. Tem gente que gasta de dinheiro com isso. Está tudo ótimo pra todo mundo se você estiver feliz com aquilo que está fazendo, da forma como está fazendo.

Draw With Jaza - How to (NOT) be an artist - https://youtu.be/h8L-0VR6PP4

quinta-feira, 28 de abril de 2016

25 Mil Dias... O que fazer com eles? - BEDA #28

Estava dando uma olhada em fotos antigas de sketchbooks e materiais de desenho. Tentando achar algum padrão nos tempos em que a produção foi mais intensa e... Nada. Padrão mesmo só existe nos momentos em que nada é feito: a "vida" toma conta e nada mais consegue ter o papel principal.
Dá um misto de tristeza e ansiedade -- tristeza pelo tempo perdido, ansiedade porque talvez o tempo que reste não seja suficiente para fazer qualquer coisa que realmente me agrade em relação a essa área da minha vida.
Acabei vendo uma campanha da Reebok sobre como temos apenas uma média de 25 mil dias de vida -- descontando situações surpresas, é claro -- se a gente não sabe o que fazer hoje ou amanhã, será que consegue ter uma ideia do que gostaria ter feito quando esses 25 mil dias se esgotarem??
A vida passa, sonhos e prioridades mudam mas... Fico me perguntando como eu vou encarar a preguiça que bate nesses dias daqui a 10, 20 ou 30 anos, por exemplo.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Já Pensou em Participar de um "Sketchbook Project"? - BEDA #27

Já pensou em ter um sketchbook arquivado em uma biblioteca em Nova York, viajando por diversas cidades dos EUA e algumas da Europa? Eu já pensei nisso algumas vezes (3 vezes para ser exata), mas não deu muito certo.
Como funciona o Sketchbook Project? Você paga a taxa de participação (antigamente 25 dólares) e recebe um sketchbook em branco pelo correio. Durante o ano você preenche o dito cujo com aquilo que lhe der na telha (ou de acordo com um tema pré-definido por você na hora do pagamento da taxa) e depois da finalização, supera a ansiedade de separação e manda ele de volta para Nova York.
Por uma tarifa extra, eles escaneiam seu sketchbook e o deixam disponível online para que você possa matar a saudade.
Por que não deu certo pra mim?
Por mais que eu tenha sonhos malucos que novos materiais irão construir novos hábitos, isso não acontece. Os dias passam e o sketchbook continua lá -- melhor construir o hábito primeiro, antes de arriscar seu rico dinheirinho.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Saudades do Louvre - BEDA #26

Não é pra parecer chique -- até pq nem dá mesmo -- mas estou com saudades do Louvre. Mas saudades de aproveita-lo de uma maneira melhor do que meio dia de passeio em uma estadia de 2 dias.
Mas eu sei que é um sonho: aquele lugar tem mais turista do que a 25 de Março tem gente na véspera de Natal... Parar para olhar qualquer coisa por mais de 1 minuto e interromper o fluxo é falta grave, digna de empurrão.
Imagine então sentar pra desenhar algo... Puro sonho.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Esgotamento - BEDA #25

Sorte que eu ainda não tinha publicado o meu primeiro rabisco da série do feriado... Assim acabou tendo algo pra mostrar hoje que eu estou simplesmente esgotada. Estou precisando me movimentar mais...

domingo, 24 de abril de 2016

sábado, 23 de abril de 2016

Mais um Rabisco - BEDA #23

Continuando as postagens suscintas de viagem. Mais um rabisco no sketchbook novo para ver se esse vai pra frente mais rápido. Logo logo voltamos a nossa programação normal.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Sketch do Descobrimento - BEDA #22


Dia 22 de Abril. Dia do Descobrimento. Pra comemorar -- hahahaha -- estou iniciando um sketchbook novo. Resolvi brincar um pouco com a aquarela nova, mas como eu não entendo muito disso, acabei fazendo graça de esferográfica por cima... Depois eu escaneio melhor, mas por hora a fotinho meia boca do celular vai ter que bastar.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Kit de Viagem - BEDA #21

De sossego, descansando longe de casa no feriado prolongado. Não sei se vai ser proveitoso, mas trouxe o meu kit básico de viagem. Inclui apenas itens para rabiscar e uma aquarela de pastilhas por via das dúvidas. Torcendo por novidades no retorno.