terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Uma página (ou capa) por vez.


A doida do ZIA (Zentangle Inspired Art) ataca novamente. Tem que especificar isso porque, como eu descobri depois de comprar e praticar o livro "Desenho Zen", a palavra "Zentangle" é uma marca registrada pelos "criadores da técnica"... Outra hora podemos discutir por aqui essa mania que estadunidenses tem de pegar uma coisa da cultura geral, formatar num procedimento aleatório e patentear como sua "propriedade e criação" -- e as sérias implicações disso nas artes e na ciência -- mas por hora, vale dizer que o meu trabalho "INSPIRADO" em Zentangle continua.

Nessa hora, eu tenho certeza que "amadores" podem se dar a alguns luxos de "superstição" que não são reservados a profissionais -- por exemplo, cismar que os sketchbooks que você tinha separado até agora pra começar o ano não estavam com "a energia certa", e escolher começar um novo do zero, mais uma vez. E decorá-lo para ficar com a "vibração do ano" -- eu podia colocar aqui esse meme...


Seja como for, estou tentando, para o beneficio da minha sanidade, entender que; embora eu não saiba o porque de fazer essas coisas, a melhor prática continua sendo seguir um dia depois do outro. Uma página depois da outra. Por hora, começando pela capa do sketchbook. E no final das contas, em retrospetiva, é sempre mais interessante ver páginas rabiscadas com qualquer coisa do que perceber que o ano passou e as páginas ficaram em branco, então... Está valendo. 

Vamos ver que tipo de rabiscos esse sketchbook abrigará!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Começando Janeiro

Depois de uma longa temporada vivendo exclusivamente dentro da minha cabeça, consegui fazer "um rabisquinho" nesse final de semana, ainda nas terras do "Zentangle" -- não é o tipo de coisa que agrada muito nos "Instagrams da vida" como eu teho comprovado, mas é algo que controla um pouco o estresse. Se eu posso dar uma dica, seria apenas fazer esse tipo de coisa sempre em folha boa -- esse aí foi feito em um caderno de desenho mais "pobrinho" -- desses de cartografia que vendem em todas papelarias -- e a tinta vazou por mais umas duas folhas, rsrs. E olha que eu estava usando canetas hidrográficas bem calminhas, nada de marcador permanente.

Tenho passado uns dias bem "deprê" com relação a tudo criativo. Eu imagino que a batalha pra se manter produzindo qualquer coisa criativa é diferente para cada uma das pessoas mas, a minha ainda é "Por quê?". Com 39 anos, cada vez eu me preocupo mais que vou morrer sem ter conseguido responder essa pergunta. Por que gastar tempo fazendo esse tipo de coisa? Por que essa "vontade" de estar envolvida com algo desse tipo nunca me deixa? Por que fazer esse tipo de coisa com tanta coisa de casa pra fazer, conta pra pagar e isso nem de longe ajuda em algo desse tipo? Por que criar qualquer coisa nesses anos "trevosos" que nos encontramos em diversos aspectos?

Há algum tempo, conversando com uma amiga, nós discutíamos que o mundo está em uma pulsão de morte (Tânato), e que, na atual circunstância se você não se envolve ativamente na criação de algo, acaba se deixando levar por esses "humores" do mundo, quando vê está sem esperança, deprimido, ansioso. É assim que eu me sinto na maior parte do tempo, então TALVEZ o único porque que realmente importe no momento, seja esse. Trazer ao mundo algo minimamente esteticamente agradável, e atrasar, mesmo que seja em alguns segundos, o relógio da própria destruição.

Questionamentos sombrios por um rabisquinho não é? Provavelmente -- mas é como diz a minha biografia do Instagram: "Riscando páginas pra marcar a vida". Nem que seja para garantir que, por hora, ainda estamos aqui.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

De volta a cor...


Depois de quase 02 meses de Inktober, e muito preto e branco, finalmente algo com um pouco de cor... Não sei se vai muito além disso também -- quero ficar um tempo tentando ver o que é possível com uma caneta Bic quatro cores, já que uma coisa que o Inktober me mostrou é que limitar as escolhas nem sempre é algo ruim.

Como companhia, acabei montando um pequeno estoque desse Sketchbook da Amazon.com.br. Sempre que tem promoções especiais e eles fazem 3 livros importados por 2 no site, acabo pegando mais 3. Normalmente, o preço está por volta de 33 reais cada (o que já valeria a pena), mas nesses casos de promoção acaba saindo por 22 reais cada um. Ele é tamanho A5, espiral no topo (algo que eu também prefiro em relação aos encadernados) e com uma folha grossa o suficiente para mim (uns 120 g/m²), além de bem acetinada...

Depois de muito tempo tentado outros sketchbooks, cheguei a conclusão que essa é a combinação perfeita para o meu momento: fica ótimo desenhar a lápis, nanquim e canetas de todos os tipos -- durante o Inktober nenhuma vazou para o outro lado da página, algo que acontece regularmente quando eu uso o "Canson One", sketchbook padrão da Canson.

Das vantagens que só as pessoas doidinhas como eu compartilham: existe algo de libertador em você simplesmente virar a página e deixar tudo o que foi feito pra trás -- por mais que esteja tudo no mesmo caderno e você tenha um histórico, nessa composição eu não sinto que o que está sendo feito hoje precisa "ornar" com o que feio na página anterior... É sempre uma sensação de começar do zero, para o bem ou para o mal. Como eu continuo gostando de sketchbooks preenchidos dos dois lados, comecei a colar folhas soltas na página que fica em branco -- assim, a coisa fica mais "completa", sem vazar para o desenho de outro lado, que é algo triste dos meus sketchbooks antigos.

Revendo 2019

Nesse final de ano também, todas as plataformas começam a mandar suas retrospectivas -- e uma das que eu mais gosto é a do Spotify, que está na sequência. O gosto musical aqui não é o mais refinado ou antenado, mas se quiser experimentar o que se passa nesses ouvidos, uma amostra está na sequência.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

O Gosto dos Outros


Posso oficialmente dizer que... TERMINEI. Tanto o Inktober, que acabou sendo feito em 2 meses (virou "Binktober", hehe... Me dá mais uma piada de pavê, por favor), quanto de rever a diagramação das postagens desse blog, desde o seu início nos idos de Setembro de 2002 até hoje. 

Tudo por conta do IFTTT, que durante anos fez esse meio de campo entre o meu Instagram e o Blogger, postando tudo -- ou quase tudo -- que eu postava por lá por aqui; só que. Depois de algum tempo eu percebi que todas as imagens postadas a partir do Instagram haviam sumido... E mesmo não sendo grande coisa, de que adianta um blog sobre sketchs que não tem imagens??

Então tive que entrar em mais de 03 anos de postagens para atualizar as imagens, o que demorou um pouco pelo desânimo que causou durante o processo. Hoje eu resolvi facilitar e, apesar de saber dos riscos de depender de outra ferramenta, resolvi incorporar as postagens do Instagram diretamente dele. Algo que acabou sendo bem mais rápido do que localizar imagens, baixar imagens, fazer upload novamente, adaptar o texto para o Blogger como eu vinha fazendo. Como já estava com a mão na massa, aproveitei para consertar a diagramação de todos os posts em que o texto estava correndo ao lado das imagens de forma irregular. Minha compulsividade de por alinhamento está satisfeita!

Mas agora vamos falar de coisa boa...

Repassando os trabalhos desse Inktober, e meu Instagram todo por conta dessa trabalheira, estava pensando em uma coisa recorrente: como aquilo que você mais gosta normalmente não se reverte naquilo que as pessoas em geral mais gostam. A ilustra que está nesse post, por exemplo, foi uma das minhas prediletas de todo processo -- mas nem arranhou a superfície do "bem querer" alheio em toda seleção. 

É claro que os outros só conseguem ver o resultado final -- enquanto a gente se alegra por várias etapas do processo que consegue melhorar em relação as tentativas anteriores -- mas mesmo assim é "curioso" tentar navegar nesses mares.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Resultados do Inktober 2019


Diz a lenda que, se o sketchbook não tem atualização, o blog também não tem. No entanto, essa situação está um pouco diferente há mais ou menos um mês: eu não só participei do Inktober, como tive a maior produção de todas as edições. Além disso, como me conscientizei que o Jake Parker (criador do Inktober) não paga as minhas contas, estou burlando essa restrição de "October" e finalizando os buracos que ficaram no sketchbook em dias específicos (ainda faltam 04 para fechar os 31, mas acho que essa semana acaba.

Nos últimos 5 dias, depois de improvisar minhas habilidades "zentangle" por mais de um mês, eu resolvi estudar formalmente, seguindo o livro (Desenho Zen). Resultado? Continuo nessa temática "estampas PB" que você vê por aqui... Achei que quando o mês acabasse, eu estaria explodindo em cores para contrabalancear mas... Estou meio Jonny Cash da vida, o preto está caindo bem.

Se pudesse incluir música no perfil do Instagram, e incluia essa sem remorsos:

The Rolling Stones - Paint It, Black (Official Lyric Video)
https://youtu.be/O4irXQhgMqg

terça-feira, 16 de julho de 2019

Rascunhos em Rosa...

Mais uma cabeça para a coleção de cabeças.
Segunda coisa mais rabiscada depois de cabeças.

Faz um bom tempo que eu fiz esses dois -- o primeiro, no caderninho de rascunho que eu comprei na Miniso (não vou chamar de sketchbook, já que o papel briga com lápis de desenho, rs) e o segundo foi a divisória inicial do meu Bullet Journal que acabou de acabar...

Estou meio distante de qualquer tipo de sketch. Primeiro por conta do Blog novo (o Omni Journal Brasil, onde eu falo de cadernos e journaling -- mais em breve), depois pelos freelas ganha pão e terceiro... Desânimo.

Gosto muito de fazer esses rabisquinhos -- tanto que toda vez que começo a ficar mais produtiva neles começo a me questionar por que não estou fazendo mais deles (boletos? Obrigações? Tudo um pouco?) e digamos que "esse sorriso vai ser mau pros negócios", como diria a Satine em Moulin Rouge (puxei do baú agora, não?).

Vou assumir o modo "meio deprê pós apocalíptico" para dizer uma coisa: às vezes eu fico pensando que quando eu ficar mais velha -- se eu chegar a tanto -- eu vou passar o fina dos meus dias lamentando não ter feito mais isso. Eu não gostaria dessa sensação para mais ninguém. Então se for o seu caso, corre para o seu caderno e desenha.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Is there anyone in home?

Tudo que vocês perderam no Instagram -- não foi grande coisa.
Quase um ano fora! Alguém sentiu a minha falta? Não faz mal... Estou de volta desse lugar confortavelmente entorpecido da falta de postagens... A verdade? Eu não sabia o que escrever, e não estava fazendo um único rabisquinho para compartilhar. É difícil falar sobre criatividade no cotidiano quando não se está criando nada.

Para mim, sempre foi muito claro o meu principal foco por aqui: falar com quem quer começar ou continuar a desenhar, depois dos 30, cambaleando todas as obrigações com isso -- se você não está nessa faixa, não tem problema, mas saiba que meu foco não está em como monetizar a atividade artística, nem como fazer uma carreira disso. Eu queria apenas um espaço seguro para as pessoas encararem isso como hobby. Mas no último ano ficou claro pra mim: brasileiros não tem hobbies.

Não é nenhuma característica exclusivamente cultural. É o resultado da vida -- quando as contas não fecham com o emprego formal (ou principal, melhor dizer assim), é natural que qualquer coisa realizada de apoio seja pensada pra criar uma renda extra. Então falta, além de tempo, dinheiro para investir num hobby. Além disso, existem algumas definições "acadêmicas" que são necessárias para um hobby: a busca de maestria, a regularidade. Fazer algo esporádico e sem critérios não é um hobbie -- é uma atividade de lazer. Nada errado com isso, mas é difícil "falar a sério" sobre uma diversão esporádica.

E eu sinceramente não sei se existe por aí muita gente que queira o mesmo que eu com o desenho... Não sei nem se dá pra encher um Uber compartilhado com elas. Eu vejo o pessoal que se reúne nos finais de semana pra comer umas guloseimas e desenhar em cafés e casas de chá nos encontros da Sketchbook Skool na Europa e Estados Unidos e dá uma invejinha... Da atividade, e de viver num lugar em que você pode ficar sentado duas horas desenhando com um pedaço de bolo e café na mesa sem que alguém lhe jogue olhares tortos de "vai liberar a mesa ou não". Sinto que a gente vive num lugar que não é muito afeito para a socialização...

Há alguns meses, pensei em montar um sketchponto... Cheguei a pensar em convidar algumas amigas pra levar os cadernos, os materiais, sentar e desenhar... Numa manhã de sábado. Poderia levar umas xerox pra orientar alguns exercícios pra quem quisesse aprender a desenhar coisas específicas mas... E lugar? Vamos sentar nos parques que são poucos, e poucos bancos tem? Invadir uma cafeteria e lidar com o desconforto? Sentar em algum SESC? Disputar um chãozinho no Centro Cultural. Sinto que faltam alternativas.

Então por hora, comprei um caderninho de notas da Miniso -- como se eu precisasse de mais um sketchbook -- e comecei a rabiscar... Rabiscar mesmo. Espero que por pegar um caderno que está no meio termo entre algo muito barato que me faz sofrer (folhas finas demais são um horror) e algo caro que eu não tenho coragem de usar, eu consiga romper esse limite de "tudo tem que ser lindo", que faz com que eu não faça nada. Mas reconheço: sinto falta de uma estrutura, como a de uma aula, que me force a fazer algo orientado.

Nesse ponto, ser uma Designer Instrucional é contraproducente -- eu realmente acho que é possível criar uma trilha de aprendizagem pra desenho/pintura na minha vida -- mas são tantos temas, e temas tão amplos, que eu simplesmente não consigo estruturar tudo numa linha de aprendizagem. E mesmo quando eu consigo minimamente planejar uma trilha inicial, eu me rebelo demais com meu próprio plano. Começo falando que vou treinar formas básicas e grafite, e quando vejo estou desenhando pessoas em nanquim... Não me obedeço.

Faz um tempo que cheguei a conclusão que Aprender a Desenhar e Pintar de forma efetiva requer 04 etapas (qualquer dia falo delas), mas me revolto constantemente na hora de colocá-las em prática. Espero um príncipe artista que chegará com um cavalete em branco para me salvar. Só que ele não vem, e eu continuo confortavelmente entorpecida no meu marasmo.

Pink Floyd - Comfortably Numb Pulse HD - 125kbps, 44KHz Audio
https://youtu.be/vi7cuAjArRs

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Atualmente, no Sketchbook

Ando meio perdida sobre o que rabiscar no Sketchbook, então qualquer coisa está valendo -- e muito poucas agradando (especialmente esse vai e vem entre uma coisa mais realista e algo mais cartoon). Está faltando decisão de pegar uma linha de desenvolvimento para seguir (escolher um livro para estudar, um curso para seguir ou algo assim).

Ainda estou atualizando as imagens quebradas do Blog -- mais uma página de backlog e algumas postagens perdidas foram atualizadas. Logo logo tudo estará no ar corretamente e podendo seguir em frente.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Na bolsa, por sete anos…

Fonte: https://www.instagram.com/p/BkjK_XzF-Ij/
Sketchbook Ando Hiroshige A6 da teNeus, com lapiseira 0.5 (com grafite 4B)
Rabisco da noite de 27/06, feito em um Sketchbook A6, com a minha lapiseira de trabalho — uma de um dos estojos de escrita, não de desenho (acredite, quando você é a “louca dos materiais” dá para fazer vááááárias divisões desse tipo). De vez em quando eu gosto de fazer esses rabisquinhos sem referência para ver como está a minha capacidade de desenhar de imaginação.  Especialmente nesse sketchbook — é o que eu uso quando estou fora de casa (normalmente na minha mãe) e não quero carregar peso ou volume.

No entanto, o que assusta mesmo, é que esse é um “sketchbook de bolsa” há 7 anos. E está “quase” na metade. Eu sei, pode dizer: tem que ter muita cara de pau para admitir isso. Ele não tem um volume absurdo de folhas (as clássicas 80 de um papel parecido com pólen, ainda mais liso), então deveria ser o tipo de caderno que você deixar na bolsa por no máximo um ano e termina, não é mesmo?

O que me leva a uma consideração:
O que faz um sketchbook útil ou não?


Tamanho é Documento!

Nesse caso, eu acho que o tamanho é uma questão fundamental. Um sketchbook A6 (um quarto de folha A4) é muito pequeno. Serve pra vc fazer rabisquinhos de uma maneira concentrada em um papel legal, mas não é um lugar para desenvolver suas habilidades de desenho: há pouca possibilidade de detalhes, você não trabalha tanto o movimento do braço (fica impossível, como dizem por aí, “largar o braço”) e você não chega nem a enfrentar grandes problemas de composição (não há espaço nas páginas para deixar muita área livre, mal há espaço para desenhar).

Sei que eu sou uma grande defensora (mais para os outros do que para mim mesma) que qualquer superfície serve quando você está tentando praticar desenho — mas se você está começando, ou se quer praticar algum estudo específico (sólidos, anatomia etc.) eu não recomendaria uma sketchbook tão pequeno. Na verdade, eu recomendaria apenas aqueles que estão de A4 para cima. Quando você pratica algum tema específico, é interessante comparar diversas tentativas, ver o que você acertou em uma e outra… E isso fica bem difícil quando cada tentativa está numa página diferente.

Pelo menos para mim, sketchbooks menores (A5 ou A6) são bons para quando o seu único objetivo é agradar a si mesmo — fazer desenhos descompromissados com uma prática focada, aqueles que você faz o que dá na telha e não quer uma folha intimidadora que vai precisar de horas para ser preenchida. Esse é um dos motivos pelos quais eu sei que seria melhor praticar em folhas A3 quando vou desenhar algo avulso, mas ainda insisto em A4. Toda vez que penso em desenhar em A3 eu imagino que vai ser difícil concluir o desenho em apenas “uma sentada” e a perspectiva de ficar dias na mesma folha, sem aquela sensação de “completude”, parece algo complicado para alguém que não dedica a maior parte do seu tempo a essa prática (infelizmente).

E eu nem sequer entrei em questões fundamentais como “tipo de papel” e “encadernação”, por que isso daria conteúdo para muitos e muitos posts, rs.

Notas sobre a Faxina: como eu mencionei no post de ontem, eu percebi que as postagens antigas feitas de maneira automática do Instagram para o Blogger bugaram, e eu fiquei com diversas postagens com imagens quebradas, sem visualização. Hoje, depois de uma investigação mais profunda eu fiquei apenas um pouco mais triste: o problema está afetando postagem de até 02 anos… Então existem páginas e páginas do blog para serem corrigidas. Hoje eu fiz uma página (a anterior mais recente) e planejo atualizar todas as demais até o final de Julho. O bom dessa revisão é que estou conseguindo fazer uma revisão dos principais temas do blog em geral (e encontrar algumas promessas não cumpridas com relação a conteúdo, que precisam ser retomadas).

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Não fui a lugar nenhum (literal e metaforicamente)

Rosto de Imaginação
Sketchbook Canson A5
Prismacolor Verithin Azul, Vermelho e Lavanda

Fui olhar o blog essa semana e fiquei surpresa que estamos chegando no meio do ano e eu praticamente não postei nada. O que mudou de 2017 para cá? Não muita coisa -- apenas desativei a publicação automática do Instagram aqui no blog, algo que mantinha o endereço mais "agitado".

Corri para o IFTTT para reativar a publicação e já estava feliz... Até que percebi que todas as publicações feitas dessa forma no ano passado não estão mais visíveis (e eu não faço ideia do porque, não atualizei nada no Instagram). Respirei fundo, me conformei que vou ter que voltar editando postagem por postagem para corrigir o problema... Tudo bem que não vai refletir no Feed, mas pelo menos garante que qualquer um que achar esse blog não vai achar que é maluco -- um blog sobre desenhar com as imagens todas quebradas.

Isso significa que tenho que ser um pouco mais "diligente" com o que eu posto no Instagram -- normalmente a ideia é postar lá e fazer uma postagem mais completa aqui mas... Assumo, nem sempre a preguiça permite, então demora... Além disso, nem sempre eu tenho algo para dizer sobre qualquer rabisquinho que eu posto online... Ás vezes é simplesmente o resultado da vitória do dia (Um "hoje eu consegui desenhar") e não há muito mais a dizer no dia -- e gosto de acreditar que é exatamente isso que está para mudar.

Esse blog esta no ar há alguns anos... Vai completar 06 anos em 1º de Setembro... E durante todo esse tempo ele tem sido levado como tudo em minha vida -- eu vou tocando, esperando que algum resultado especial aconteça, sem ter uma intenção definida do que eu quero que esse espaço seja. E se tem uma coisa que eu aprendi, de vez, no último ano é que que as coisas só se realizam com intenção -- na maioria das vezes não necessariamente da forma que você gostaria mas, precisam que vc imponha alguma intenção... Senão tudo mareia e desanda, não vira nada.

Ainda não tenho 100% da minha intenção definida para aqui, mas está quase. Para Julho, eu pretendo voltar por aqui mais regularmente. Se você estiver por aqui, a visita será bem-vinda.