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terça-feira, 16 de julho de 2019

Rascunhos em Rosa...

Mais uma cabeça para a coleção de cabeças.
Segunda coisa mais rabiscada depois de cabeças.

Faz um bom tempo que eu fiz esses dois -- o primeiro, no caderninho de rascunho que eu comprei na Miniso (não vou chamar de sketchbook, já que o papel briga com lápis de desenho, rs) e o segundo foi a divisória inicial do meu Bullet Journal que acabou de acabar...

Estou meio distante de qualquer tipo de sketch. Primeiro por conta do Blog novo (o Omni Journal Brasil, onde eu falo de cadernos e journaling -- mais em breve), depois pelos freelas ganha pão e terceiro... Desânimo.

Gosto muito de fazer esses rabisquinhos -- tanto que toda vez que começo a ficar mais produtiva neles começo a me questionar por que não estou fazendo mais deles (boletos? Obrigações? Tudo um pouco?) e digamos que "esse sorriso vai ser mau pros negócios", como diria a Satine em Moulin Rouge (puxei do baú agora, não?).

Vou assumir o modo "meio deprê pós apocalíptico" para dizer uma coisa: às vezes eu fico pensando que quando eu ficar mais velha -- se eu chegar a tanto -- eu vou passar o fina dos meus dias lamentando não ter feito mais isso. Eu não gostaria dessa sensação para mais ninguém. Então se for o seu caso, corre para o seu caderno e desenha.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Inktober firme e forte... No Instagram.

Depois de mais de um ano de postagens automáticas do Instagram para cá, eu resolvi dar uma parada no script. É vantajoso saber que o blog está sempre sendo automaticamente atualizado mas... Eu gosto de escrever junto com as imagens, e o Instagram gera um post muito feio por aqui (não consigo parar as tags, não consigo ter paragráfos na postagem, essas coisas...

Além disso, só gostaria de dizer que o Inktober 2017 vai firme e forte por lá -- com uma pequena falha no dia 11/10, quando o cansaço não deixou. Ainda continuo me inspirando nos retratos de moda das revistas para o desafio desse mês, comprometida com o nanquim vermelho e arrependida amargamente do papel escolhido esse ano (mas vou falar mais sobre isso no final do mês, no tradicional post de "aprendizados" do desafio).

No mais, estou mantendo o compromisso apesar de todo o desânimo atual. Tem horas que eu acho que as coisas estão feias demais até para um Hobby... E fico pensando se tudo isso ainda vai me levar a alguma coisa, já que a alegria do trabalho feito dura no máximo uns 15 minutos... O tempo médio entre "que legal, completei mais um" e "minha nossa, quantos erros".

Ainda vou continuando pq esse ano o objetivo maior é bater a produção de todos os anos anteriores e... Finalmente está começando a parecer viável (dado que os anos anteriores sempre foram tão pífios). Quero acabar o sketchbook do Inktober (que tem 40 páginas, e já foram 11) e mais o sketchbook canson atual até o final do ano... Quem sabe pegando "ritmo", 2018 se torna um ano bem melhor.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Como recomeçar Sketchbooks abandonados?

Esse é o típico post: "Doidos do mundo, se unam a mim!". Quer dizer, é claro, se você compartilhar do meu nível de loucura. A história é a seguinte: eu acredito em skethbooks mágicos! Não mágicos no nível Harry Potter (ou talvez... Quase!), mas mágicos no nível: "quando eu conseguir o sketchbook perfeito, no momento perfeito, vou começar a praticar, desenhar, criar e não parar mais até quem sabe... Dominar o mundo!"

Momentos "Pink e Cérebro" à parte, a realidade é que não existem sketchbooks mágicos (infelizmente). Existe vontade, comprometimento, rotinas, hábitos, desafios -- ou a falta absoluta de todos esses itens. E no final das contas, mágica mesmo, só aquela que você consegue eventualmente fazer no papel. O resultado disso? Diversos sketchbooks começados e jamais terminados.

E é aí que a coisa fica mais louca...

E assim como eu acredito em sketchbooks mágicos, eu acredito em sketchbooks amaldiçoados... Ok, talvez o termo seja muito forte! Eu acredito em sketchbooks zicados: Você começa, não leva adiante, e o sketchbook fica lá com aquela cara de potencial não realizado, decepção e sonhos perdidos... E quem quer recomeçar um livrinho com toda essa carga negativa quando pode ir na loja, comprar um novo e acreditar que "Amanhã, será um lindo dia, da mais pura alegria, que se possa imaginar"? Provavelmente, não muita gente.

Mas tudo tem remédio nesse mundo...

E acabo de descobrir algo que pra mim, felizmente, resolve!
Prestem atenção no... EXORCISMO DE SKETCHBOOK!!!

Ok... Mais uma vez o termo é exagerado e o resultado decepcionante, rs. O que eu descobri é que simplesmente criar uma divisória bem marcada entre o que foi feito anteriormente no Sketchbook e o que está por vir faz o serviço de "ressetar" o caderno na minha alma... Eu consigo novamente olhar para ele como se nada tivesse acontecido. Apliquei um papel de origami no primeiro do inicio do ano passado com um pouco de fita azul (que me venderam como uma fita melhor para fazer máscara no papel mas que na verdade nunca mais sai dele, e eu já não sabia mais o que fazer com o resto do rolo) e voilà! Pronto para recomeçar como se nada tivesse acontecido.

Nesse outro sketchbook (2ª tentativa de sketchbook mágico do ano passado) eu levei a técnica do reboque origâmico a outros níveis de exagero mas... O sentimento de exorcismo foi o mesmo. Agora eles estão aqui sentadinhos na minha mesa, prontos para receberem novas tentativas.

Diga Adeus a Culpa!
Antes de encerrar, eu gostaria de dizer que, se você está pensando "Ah, mas eu não consigo dar conta de um sketchbook, imagine vários", eu gostaria de dizer: chega de culpa! Parei com esse negócio de me culpar por estar começando um pouquinho em cada sketchbook, e por uma razão bem básica: cada um é bom para uma coisa.

O Hahnemühle de capa vermelha da primeira foto é uma coisa maravilhosa pra lápis grafite e lápis de cor (se você não está procurando algo livre de textura), mas é péssimo pra qualquer outra coisa, mesmo tendo uma gramatura grossa... Até esferográfica vaza pro fundo do papel com o tempo. Já o Canson (preto) é ótimo para lápis, lápis de cor, esferográfica, nanquim (aguenta bem uma aquarela com pouca água) -- mas nesse modelo a encadernação não é tão maleável quanto o Hahnemühle ou mesmo  quanto um Canson ArtBook 180º. E nenhum deles lida muito bem com a minha mania de usar hidrográficas quanto o que eu mesma fiz com papel Bristol então... Cada um tem um lugar no meu coração. Isso se você não contar também que, com múltiplos sketchbooks há a possibilidade de dividi-los não só por técnicas mas por temas -- e até mesmo espalhá-los pelos locais que vc frequenta (mesmo que seja na sua própria casa).

Ou seja: levante esse sketchbook, sacode a poeira e dá uns riscos por cima.