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sexta-feira, 9 de julho de 2021

Desafios -- e aprendizados!

Em maio eu lancei um "auto desafio" de desenho para tentar produzir mais. Assim como nos meus primeiros anos de Inktober, consegui ir bem nos primeiros 10 dias do mês -- depois, eu assumo: larguei mão, abandonei completamente.

Serviu para aprender algumas coisas -- na verdade, relembrar o que faz esse tipo de desafio funcionar:
  1. Tenha um plano. E por um plano eu quero dizer: defina materiais, referências e mesmo se vai abordar de uma forma temática as propostas diárias. Em 2019, eu decidi que iria fazer todos os temas do Inktober em Zentangle, com o nome do tópico do dia escrito no desenho e em um sketchbook específico -- nunca um desafio deu tão certo. Nesse, não pensei nisso, e a cada dia, já não bastasse lidar com o tema do dia, eu tinha que escolher materiais, pensar em referências, etc. É muita coisa.  Reduza o seu esforço diário a sentar em um determinado horário e trabalhar.
  2. Faça rascunhos e miniaturas (thumbnails). Vamos esquecer essa coisa de pessoa que olha a folha/tela em branco e então começa psicografar a obra perfeita. Escolha referências, rascunhe o que pretende desenhar, teste composições e aí então, faça o desenho sobre o qual for trabalhar. E se você, como eu, é uma pessoa com problemas em "imaginar" o desenho -- no meu caso é pelo fato de texto ser uma linguagem muito mais automática -- escreva o que você quer ver no desenho, descreva como gostaria que fosse a imagem, e então vá buscar referências e teste composições nesse sentido.
  3. Marque um horário, o mais cedo possível. Sempre é possível correr com as coisas obrigatórias do dia... Mas as coisas que você vai fazer voluntariamente, para você, tem uma tendência a não caber no final do dia. É um dos mistérios da produtividade. 
E você? Já participou de algum desafio? Tem alguma dica ou sugestão que gostaria de compartilhar?

domingo, 26 de março de 2017

Desafio 283: Começar e não olhar pra trás.

A última vez que eu falei de um desafio, faltavam 290 dias para o final do ano. Eu tanto demorei, que quando comecei mesmo, faltavam 283 dias -- ou seja, lá se foi uma semana. Para quem me segue via Instagram (https://www.instagram.com/prixdekanun/) pode ver que a coisa já começou -- eu resolvi dar uma retrospectiva desse início por aqui, porque percebi que os posts feitos pelo Instagram no Blogger não se distribuem pelas redes sociais como aqueles que são feitos diretos aqui.

Ideal mesmo, seria fazer um desafio 365 (daqueles em que a gente fica um ano inteiro no desafio). Mas como já se foram praticamente 03 meses do ano, eu queria alguma coisa que começasse e terminasse esse ano. Queria poder prometer mais do que 283 dias desenhando ou 283 sketchs novos (estava com ideias doidas iniciais de fazer algo que fosse umas quatro vezes isso) mas dada a atual realidade, a coisa já é desafiante desse jeito. Recentemente eu fiz uma retrospectiva dos meus rabiscos nos últimos 23 anos, disponíveis no Flickr -- basicamente, desde o primeiro curso de desenho que fiz no SENAC-SP quando estava com 14 anos -- e a produção é pífia: não chega a 1000, nem dando 20% de lambuja por tudo que foi feito e se perdeu ao longo da vida. Nem precisa dizer que com uma média tão baixa, "constância" realmente não é o meu forte não é? Então foi exatamente essa falta de constância que eu quis atacar nos números.

Ainda estou meio perdida sobre o que fazer, o que estudar, que estilo ou tema privilegiar -- resolvi começar os cursos do Drawing Tutorials Online que eu assino há anos na sequencia correta, e ver o que acontece. Então agora cada dia eu assisto algum vídeo do salto, e desenho um pouco -- estou tentando fechar no mínimo uma folha do meu sketchbook por dia, frente e verso, mas se um dia o tempo apertar, rabiscar apenas uma página já atende as necessidades do dia.

Por hora, eu já vi que paciência é algo a ser trabalhado. Ela afeta diretamente a qualidade daquilo que é feito, e a qualidade do que eu aprendo ou pratico com um desenho. Outro ganho considerável seria escolher as referências com antecedência, e o que vai ser trabalhado em cada desenho -- ou mesmo decidir que não vou trabalhar com referências em determinado rabisco, e o que eu vou tentar trabalhar de imaginação (ou lembrança). Vamos ver... Por hora, abrir o sketchbook todo dia e rabiscar é o mais importante.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O que aprendi com o Inktober 2016?

Inktober 2016 acabou hoje. Não foi perfeito, mas foi minha melhor participação nos últimos anos. No entanto, é claro, não estou satisfeita -- eu também não sou uma pessoa reconhecida pela capacidade de ficar satisfeita com frequência para começo de conversa, rs. Mas isso fez com que eu chegasse a algumas conclusões com essa participação.

1. Acabamento não resolve problemas estruturais.
Não é com pintura que a gente resolve parede torta. Parece meio óbvio, mas com desenho é surpreendente a quantidade de vezes que a gente se engana achando que um desenho mal feito vai ser resolvido na arte-final. Mais fácil estragar algo bem feito nessa fase que jamais fazer o contrário.

2. Quanto menos acostumada, mais planejamento é necessário.
Não desenho profissionalmente, nem diariamente -- então questões como "tema" e "assunto" das ilustrações ainda são meio incertos -- não tenho ideia do que vou desenhar, e pouca biblioteca mental para desenhar sempre de imaginação -- ou seja, tudo teria sido mais produtivo se eu tivesse definido um assunto ou tema específico e separado referências com antecedência.

3. Espontaneidade é para os outros.
 Existem -- ou devem existir -- pessoas lindas que se comprometem com desafios como o Inktober e conseguem magicamente encaixar essa atividade no meio das suas obrigações do dia. Mas definitivamente eu não sou uma delas. Tudo foi mais produtivo nos dias em que deixei a minha filha na minha m~e para trabalhar mais focada -- mesmo que no final do dia eu tenha tido que me deslocar cheia de coisas pra ir dormir com ela depois de um dia caótico de trabalho A rotina diária na casa da minha mãe se encerra mais cedo do que na minha casa, o que permitiu um horário mais adequado pra desenhar. Mas como não dá pra contar com essas situações fora da rotina sempre, então o melhor mesmo é definir um horário específico e inegociável para tocar esses desafios.

Resumindo...
O resultado geral do final do Inktober ainda é acerto -- não sei se ele vai trazer grandes impactos em qualquer um dos seus dois objetivos gerais (fazer você desenhar mais regularmente e melhorar suas habilidades de arte final) Mas tudo indica que em 2017 estaremos por aí de novo. Espero que superando esses desafios  -- e possivelmente encontrando outros.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Desafio #mandalamonday

Essa e outras mandalas você encontra o livro "Mandalas ao Vento", que está sendo vendido no Clube de Autores, no endereço: http://bit.ly/mandalasprix


Para quem é novo por aqui, há alguns meses atrás eu lancei pelo "Clube de Autores" um livro para colorir, o "Mandalas ao Vento". Eu queria oferecer alguma coisa um pouco diferente nesse mar de livros para colorir, então, apesar de mandalas não ser um tema muito original, gosto de pensar que a minha abordagem é: desenhei 52 mandalas inspiradas em Rosas dos Ventos (aqueles símbolos que estão em cartas de navegação e mapas, indicando o Norte).

A ideia é que você utilize o livro ao longo de um ano, pintando uma por semana (por isso 52 mandalas) e também encontre o seu norte! Para mostrar que isso pode ser muito legal, resolvi me lançar ao desafio também: vou pintar todas as mandalas do livro nas próximas 52 semanas, e publicar o resultado aqui todas as segundas-feiras.

Se alguém quiser me acompanhar no desafio, vou liberar a cada semana um PDF com a mandala da próxima semana para quem quiser baixar, imprimir e participar -- se você publicar sua mandala online, basta marcar com a hashtag "#mandalamonday".

Para a próxima semana, estou disponibilizando a primeira mandala do livro.
Para baixar, clique aqui: http://bit.ly/mandalamonday01

Na próxima semana eu vou publicar essa mandala pintada, e a próxima para baixar! Até lá ;-)

Lembrando que para quem se interessar pelo livro, nele, além de uma mandala por semana você encontra um "Guia de Cores" para anotar os lápis e cores utilizadas, e uma mensagem de inspiração para a semana.  

Mais em: http://bit.ly/mandalasprix