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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Sempre mais do mesmo...

Recentemente eu decidi parar de mentir para mim... Não adianta ficar enchendo o Sketchbook de rabiscos (uma amiga gosta de brincar que são "artes naïve", rs) e achar que estou fazendo alguma coisa... Mesmo com toda tortura e necessidade de aprimoramento que a coisa precisa, eu gosto mesmo de arte figurativa, de realismo, de hiper realismo... Se eu chego lá ou não, é outra questão mas... Não vou ficar entretendo coisas tão fora do meu padrão para tentar despertar a minha criatividade.

Recentemente eu publiquei um link na página do Facebook (http://www.studentartguide.com/articles/art-sketchbook-ideas) só para relembrar que sketchbooks vem em todos os formatos e com todos os tipos de conteúdo. Estou me dando ao direito, então, de ser um pouco mais metódica sem muito peso na consciência.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Iluminuras

A definição é um pouco demais mas, eu gosto de colocar uma imagem para marcar a passagem de anos no sketchbook -- é claro que idealmente o sketchbook não deveria conhecer o termo "passagem de ano", mas aí já é uma outra questão.

Normalmente eu escolho uma imagem de algum artista que eu gosto e preparo uma impressão pra colar ali mas... Esse ano, em homenagem a aula de lápis de cor que eu começo a fazer na quinta-feira (fica para um próximo post), eu decidi fazer à mão em lápis de cor.

Por enquanto, mesma preocupação do ano passado -- não passar mais de um dia em cada rabisco... Então sem sombreados trabalhados ou cores mais uniformes -- fica para o dia que eu puder começar mais cedo e terminar mais tarde.

domingo, 28 de setembro de 2014

Fora do Prumo

Continuando o sketchbook... Acabei de resolver um problema com o scanner que estava travando no meio da digitalização -- coisas de ter muitos aparelhos USB, e poucas entradas: faz você trabalhar com um hub, o que não é sempre a melhor solução. Continuo tentando aproveitar os dois lados da página; nem que seja para testar alguns materiais que eu ainda não utilizei. O "retrato" rabiscado à direita foi levemente inspirado em uma foto da minha mãe com 12 anos. Estava com preguiça de trabalhar o cabelo -- assumo -- então deixei parecendo que ela era loira... Muito longe da verdade.

Ainda me perturba muito essa coisa de eu ter uma tendência natural a deixar os olhos fora de prumo... Um sempre acaba um tantinho mais baixo que o outro. É uma coisa que está longe de passar despercebido depois mas que misteriosamente eu nunca percebo quando estou desenhando -- mesmo quando tento checar o desalinho com uma régua ou com um lápis por exemplo. Aqui no detalhe, por exemplo, eu corrigi a distorção no Photoshop: coloquei os dois olhos no mesmo nível, diminui a distância entre eles para um olho (que é a indicação básica de proporções) e deixei o olho da sua esquerda levemente maior que o da sua direita, já que, como a cabeça está levemente inclinada, isso deveria aparecer naturalmente... Não deu muuuitoooo certo, mas o suficiente para perceber que com um pouquinho mais de atenção a coisa teria ficado um pouquinho melhor.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Mais um inacabado.

Como o rascunho diz, comecei mais um sketechbook... Já não sei quantos eu tenho em andamento, mas eu já sei por exemplo que eu gosto muito, muito, muito mais desse papel da Canson do que de todos os outros últimos que tenho usado. Não é caro, tem uma estrutura boa, vários tamanhos... Ganha um beijo. Se alguém se interessar, é esse aqui:
http://www.papelariauniversitaria.com.br/produtos/caderno-one-sketch-book-100fl-a5-canson.htm

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Sempre mais do mesmo...

Eu já tenho um blog específico para reclamar da vida para não ter que fazer isso por aqui. Mesmo assim acho que vale a pena atualizar... Não me cuidei direito essa semana: não dormi o suficiente, abusei das horas de trabalho, descuidei da alimentação. Aí nesse, justo nessa quinta e sexta que eu precisava dar força total, fiquei marcha lenta... E agora se assenta aquele resfriado do ano que eu sempre tenho, o que derruba para valer mesmo.

Dor de garganta, dores no corpo e calafrios são os meus amigos agora. Nadei, nadei e morri na praia com tudo que tinha que entregar essa semana então... Eu fico me perguntando de que vale tanto esforço se eu não consigo virar a entrega.

Ando reavaliando muita coisa... Só não sei quando eu terei oportunidade de colocar qualquer resolução em prática... Parece que eu estou sempre correndo atrás do próprio rabo -- as coisas grudam umas nas outras e eu simplesmente não tenho tempo de refletir... Nem sobre como aproveitar melhor os 20 minutinhos que eu dedico a isso.

Uma nota sobre o azul: é Ecoline... Comprei há um milhão de anos, e ainda não usei direito. E ela está ficando grossa - algo que não deveria. Resumo na Ópera: estragando materiais como nenhuma outra há 34 anos.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

O poeta é um fingidor...

Não, eu não sou poeta. Mas eu entendo bem a parte do fingir... Tanto que, cansada de páginas e páginas que não tem cara da "art journal", eu resolvi fazer uma mais parecida com aquilo que encontro por aí... Mas é fake. A folhagem é fake, o rabisco é fake... É só para parecer, mas não é -- algo que eu entendo muito bem.

Mas deu para testar a nova Micron, deu para testar a tinteiro que está com tinta vermelha, e ainda deu para brincar de pontilhismo com canetinhas (como eu sou gente grande, tenho que chamar de marcador).

Um dia desses, quem sabe, isso tudo começa a fazer sentido.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Se o limão é cocinero...

Dê um desconto pelo título... Vc já assistiu o comercial do "limão cocinero"? Aquele diabo de música entra no cérebro e não sai mais...

Fora isso, estou em crise com o meu sketchbook... Ele não vira um art journal, um diário ilustrado e muito menos um caderno de prática. Não sei se a minha vida é muito digna de "nota ilustrada"... Acho que eu ainda sou mais fã de um diário escrito do que de um diário ilustrado e, quando abro o caderno para desenhar eu gostaria que o resultado fosse mais realista e menos "engraçadinho".

Esse aí é (ou era) meu timer de cozinha... Digo era, porque eu sempre quis um desses timers mecânicos que fizessem barulhinho para marcar meus pomodoros (longa história)... Esse deve ter feito isso umas três vezes na vida. Aí como bom produto chinesinho, ele só fica de cá para lá em casa parecendo bonito. O trabalho de timer de verdade é agora realizado por um eletrônico que me deixa menos na mão, não faz barulho fora de hora e é bem mais customizável. 


domingo, 13 de julho de 2014

Alerta de Rabisco!

Não se pode fazer um omelete sem quebrar os ovos, e não se pode terminar um sketchbook sem começá-lo -- mesmo que de maneira vergonhosa.Então como as aulas da SketchBook Skool estão andando e eu estou ficando para trás (nas lições de casa, os vídeos em geral estão em dia), resolvi fazer a primeira lição: desenhar um objeto de valor sentimental... Como eu sou "rebelde", não fiquei com vontade e decidi desenhar meu marido jogando Battlefield 3 no computador, que algumas vezes é muito mais imóvel do que muito objeto.

A próxima lição de casa é documentar a semana dessa forma, e postar uma foto de alguma(s) das páginas por lá... Tenho que começar com isso.


SKETCHBOOK 120G
(HAHNEMUHLE)
Você encontra aqui!
Como eu disse que separei um sketchbook diferente para isso -- diferente do Tilibra que eu estava utilizando para os sketchs um pouco mais trabalhados -- achei interessante mostrar qual. Estou usando o Hannemuhle 120g de capa preta (tamanho A5, um pouco maior que um Moleskine Large). Ele não foi feito para técnicas úmidas, mas até que aguenta bem uma leve aguada com aquarela ou nanquim...  Mas em compensação, estou usando uma caneta da Cretacolor (está aí abaixo), que é baratinha, bem gostosa mas... Nesse papel ela vaza para o outro lado então... Amanhã ela provavelmente será substituída por uma esferográfica preta.

Essa caneta você encontra aqui!

De resto, esse foi um começo nem um pouco ambicioso... Mas ainda não sei se o que mais vale é sketchbook preenchido, ou sketchbook preenchido direito... Dizem que é nosso papel garantir a quantidade, e de Deus a qualidade... Então estou terceirizando muito o trabalho para ele, coitado.

sábado, 12 de julho de 2014

Pisando em águas desconhecidas...

Sketchbook Skool começou em 04/07, e no momento eu me pergunto onde eu estava com a cabeça de gastar R$ 245,00 nisso. Não, o curso não é ruim... O ruim é gastar esse valor apenas por motivação; e ainda não saber como passar por um certo preconceito que eu tenho em relação a "Art Journals". É realmente isso que eu quero fazer, artisticamente falando? No meu outro blog, eu estava discutindo que talvez fosse a hora de me conformar com a extensão das minhas capacidades "artísticas" e sentar alegremente ao lado das tiazinhas que fazem pinturas a óleo de cavalos para colocar nas paredes de pizzarias e restaurantes... Em menos de um mês eu estou fazendo 34 anos e, chega uma hora em que você tem que aceitar que muito que você desejou e sonhou para a sua vida simplesmente não vai acontecer. Sinto muito se essa "vibe" para baixo deixa triste alguém que passe por aqui em busca de "inspiração", mas é assim que eu me sinto ultimamente, e é isso que está refletindo negativamente na quantidade de postagens não feitas nesse blog.

Rabisco - 01/10/2011
Olá! Eu sou uma "arte naif";
que veio lá de 2011
para assombrar você!


De qualquer forma, acabei resgatando um Sketchbook de 2011 no qual eu só tinha utilizado uma página com a Arte Naif ao lado (sim, eu tenho vergonha de dizer que vários desses existem, ao longo dos anos, que quando você não sabe muito bem o que está fazendo, o melhor é chamar de Arte Naif mesmo, rs)... Ele aguenta bem aquarela, e como a ideia é fazer um diário com o dia a dia em alguns materiais diferentes... Bem, mais diferente do que eu estou acostumada, só aquarela.

E aquarela é uma tristeza a parte... Comprei uma Talens Van Gogh há uns 02 anos, de 15 pastilhas, ótima aquarela -- para o dia em que eu aprendesse... Mas aí eu moro em uma casa muito úmida, e toda vez que vou olhar a aquarela ela deu uma mofada em cima... E lá toca eu limpar todas as pastilhas com extremo cuidado para perder o mínimo de tinta possível. Acabei chegando a conclusão que, se eu não usar ela agora, mesmo sabendo "meiaboquisticamente" como utilizá-la, guardá-la para o futuro é quase garantia que ela não verá a luz do dia.

Detalhe do detalhe desenhado na primeira página depois de 2011
para dizer que dalí para frente eu estaria pisando em 2014.
E aí, para não ficar completamente travada, eu rabisco essas tranqueiras, que em minha defesa eu não gostaria de compartilhar nem com um terapeuta tentando entender a minha mente...O que me leva a repensar a questão do "compartilhar tudo"... Há 06 anos atrás quando eu realizei o desafio do Zen Habits e desenhei durante um mês inteiro, qualquer coisa, compartilhar tudo tinha sentido. Hoje em dia, no entanto, eu tenho as minhas dúvidas...

Preferia mostrar apenas quando eu faço coisas assim:

Rascunho 29

Ao invés de coisas assim.



sexta-feira, 6 de junho de 2014

Ferrugem e Ossos

Ainda comprometida com a ilusão de que esse pode ser o ano mais produtivo em relação ao desenho, eu me apercebo que fazia quase um mês que eu não colocava o lápis no papel -- e que assim iria ficar difícil... Então em resolvi passar para a próxima referência separada no sketchbook... E a ferrugem e a minha total ignorância sobre o básico em anatomia, ambos, levaram o melhor sobre mim.
Identifica-se quem não é profissional pela inconstância: na quantidade de produção e na qualidade do resultado.
De qualquer forma, no topo das promessas não cumpridas, tentei criar uma nova -- não aceito ficar nem mais um dia nesse ano sem desenhar! Desenhar é algo que, em teoria, eu consigo fazer enquanto a minha bebê está acordada, pois consigo ir e voltar sem muito problema, com quantos minutinhos tiver -- trabalhar já é algo mais complexo que requer blocos de concentração maiores.

Mas admito que dá um "tilt" na minha cabeça desenhar antes de ter produzido qualquer coisa no dia que ajude a pagar as contas -- ainda mais quando tenho tanto para fazer.

O rascunho que ilustra esse post:


10-365
Sem grandes comentários... Tudo enferrujado, tudo fora do lugar.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

O que fazer com um lápis n.º2?

O lápis n.º2 que não foi ferido de morte durante a execução desse rascunho.

De volta ao mundo dos vivos por aqui, e começando de verdade o sketchbook em 2014... Afinal de contas, é apenas Maio.

Ainda estou aprendendo a lidar com o sketchbook da Tilibra: a folha é um pouco mais áspera do que eu estou acostumada, então os sombreados não saem tão acetinados quanto costumavam sair no sketchbook da Sterling que eu usei no ano passado.

Como eu havia dito em posts passados, felizmente agora eu aprendi a scanear meus desenhos à lápis... Mais precisamente, não é que eu aprendi -- é que antes eu utilizava o programa padrão do meu Scanner HP, e agora eu uso o VueScan em sua versão gratuita, e ele é muito mais inteligente para esse tipo de scaneamento.

Vítima (referência), arma (lápis)
e resultado do crime (rascunho).
Outra coisa que eu quis fazer por aqui, só de birra, foi fazer o desenho inteiro com um lápis n.º2 simples, desses escolares... Eu tive um professor de desenho há algum tempo atrás que tinha como missão pessoal desacreditar a qualidade dos produtos Faber Castell... E eu assumi a missão pessoal desacreditar essa baboseira dita por ele. Não só porque a Faber Castell tem linhas específicas (a vermelha é escolar, a azul é amadora e a verde é a profissional), mas porque tirando alguns casos extremos, a qualidade do produto está mais no artista do que na ferramenta utilizada.

Isso não significa que o meu desenho está uma obra prima... Muito pelo contrário, você pode ver em relação a referência mas... Se você quer aprender a desenhar de verdade, é muito pouco provável que você precise de algo mais que folhas de papel e um lápis... Qualquer lápis.

O rascunho que ilustra esse post:

Rascunho 08/365
Rascunho 08/365 em 2014... Ainda na esperança dos 365!
 

segunda-feira, 17 de março de 2014

Mamilos pro Zuckerberg!

Feliz Saint Patrick's Day a todos! 

Como São Patrício expulsou as cobras de toda Irlanda, espero que ele possa pelo menos expulsar as minhocas da cabeça dessa que vos fala.

Estava pensando em deixar esse rabisco tosquinho sumir numa pilha de próximos a serem postados mas... Desde 11/03 ainda não consegui essa coisa supervalorizada de "próximos"... E como eu vou voltar agora com os meus rabiscos um pouco mais zelosos como do ano passado (vou deixar essa coisa de "Art Journaling" mais escondida até ganhar volume para o que há de ruim passar despercebido), é provavel que esse rabisco destoasse um pouco das próximas postagens.

Mas existe uma série de motivos para postar isso por aqui (daqueles motivos que provavelmente me deixam feliz, mas não fazem a mínima diferença para você querido leitor -- ou será que faz?):
  1.  Depois de anos de luta, consegui um software no Photoshop que faz com que o scanner "enxergue" direito desenhos a lápis... Aproveitei até para re-escanear alguns do ano passado que me deixavam muito descontente com o resultado.

  2. O bom de você ter sua própria plataforma, é que você põe aquilo que lhe apetece, diferente do que você poderia fazer no Facebook, por exemplo! Tome esses mamilos Mark Zuckerberg!

  3. Desenhei minha caneca predileta num dia... Quebrei a dita cuja no outro depois de 03 anos... Acho melhor tomar mais cuidado... Não com a caneca, mas com aquilo que desenho.
Bem, é isso!
Na próximo venho com notícias sobre os livros.

07/365
07/365 - Ainda nessa de tentar aprender o tal do "Art Journaling".

terça-feira, 11 de março de 2014

Livros para 2014!

Esses são os 10% que dão certo, rs.
Continuando o tema "2014 is full of CRAP" -- vamos explicar de onde vem tanto desenho tosco. A culpa de tudo são os livros, ou mais precisamente o livro "Artist's Journal Workshop" que terminei de ler no carnaval.

Basicamente, o livro é um tratado de porque e como você deveria manter um "Artist Journal" (poderia traduzir livremente como um Diário Artístico ou Diário do Artista).

Diferente de um sketchbook, cujo o objetivo normalmente é produzir arte e rascunhos com o objetivo ou de "se expressar" ou melhorar; no "Journal" ou "Diário" é apenas registrar o que acontece no dia a dia, da maneira que você quiser, testar materiais etc, etc.

Muito inspirador... Tanto que eu até decidi tentar como você pode ver nesse e no post anterior mas... Deus me livre! Uma coisa é você olhar imagens de vários artistas fazendo suas anotações e rascunhos... Outra coisa é você que ainda não consegue nem rabiscar muito, nem tem ideia do que dizer com imagens, tentando montar rabiscos...


Artist's Journal Workshop: Creating Your Life in Words and Pictures
Eu li a versão digital...
Mas esse é um livro que no futuro
eu gostaria de ter a versão impressa,
ele é muito bonito.
E quando chego a pensar na parte "compartilhamento" da minha proposta, a coisa fica mais complicada... Em um sketchbook na maioria das vezes já é vergonhoso abrir publicamente o que está fazendo... Nesse então, com partes pensadas para serem escritas... Fica um pouco mais complicado -- Acho que além de "mau desenho", estou sofrendo com autocensura no processo.

Tudo isso me faz ter certeza de uma coisa... Eu sou pragmática para tudo (embora caótica na execução). Dificilmente manter um caderno desse tipo, deixando o "o dia me inspirar" iria acrescentar algo a minha capacidade produtiva. Seria mais útil se eu aplicasse alguma lógica do tipo: "Às segundas eu desenho meu bebê", "Às terças eu desenho algo da minha cozinha" etc. Assim como no sketchbook eu tinha uma série de referências pré-selecionadas... Não funciona se eu decidir exatamente o que fazer (eu dou o cano) e não funciona ao estilo professora de primário ("Vamos fazer uma redação com tema livre" rs). Para as coisas funcionarem comigo, eu tenho que permitir escolhas -- mas dentro de um limite de escolhas pré-definidos! Coisa de doido... Mas acho que o segredo no final das contas é descobrir o que funciona para a gente já que não há fórmulas que funcionem igualmente para todas as pessoas.



Mas e os livros para 2014?

Baseada na inspiração do livro anterior, eu decidi montar uma lista de livros para repassar ao longo do ano. Tentei escolher os mais básicos possíveis dentre toda a minha biblioteca de desenho e pintura (olha que são muitos), porque esses falam de conceitos fundamentais... E cada vez mais tenho certeza que quando as coisas não vão da maneira que a gente quer (em qualquer assunto) o melhor é parar e se voltar para os princípios básicos... Sempre tem alguma coisa ignorada que, quando aprendida corretamente, faz uma grande diferença.

Seguem os escolhidos, em ordem alfabética por sobrenome do autor (muito ABNT da minha parte, rs) -- é claro que até o final do ano alterações são possíveis mas, vou tentar manter essa lista:

1.    BECCIA, C. Digital painting for the complete beginner. 1. ed. New York: Watson Guptill, 2012. 160 p.
2.    EDWARDS, B. Desenhando com o lado direito do cérebro. Tradução de Ricardo Silveira. 2. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2000. 299 p.
3.    EDWARDS, B. Desenhando com o artista interior: um guia inspirador e prático para desenvolver seu potencial criativo. Tradução de Maria Cristina Guimarães Cupertino. 1. ed. São Paulo: Claridade, 2002. 248 p.
4.    GREGORY, D. The creative license: giving yourself permision to be the artist you truly are. 1. ed. New York: Hyperion, 2006. 198 p.
5.    HALLAWELL, P. À mão livre: a linguagem do desenho. 1. ed. São Paulo: Companhia Melhoramentos, v. 1, 1994. 96 p.
6.    HALLAWELL, P. À mão livre 2: técnicas de desenho. 1. ed. São Paulo: Companhia Melhoramentos, v. 2, 1996. 72 p.
7.    HODDINOTT, B. Desenho para Leigos. Tradução de Raphael Bonelli. 1. ed. Rio de Janeiro: Alta Books, 2010. 325 p.
8.    LOOMIS, A. Drawing heads and hands. 1. ed. London: Titan Books, 2011. 155 p.
9.    LOOMIS, A. Creative illustration. 1. ed. London: Titan Books, 2012. 300 p.
10. LOOMIS, A. Succesful drawing. 1. ed. London: Titan Books, 2012. 160 p.
11. LOOMIS, A. Figura drawing for all it's worth. 1. ed. London: Titan Books, 2013. 204 p.
12. LOOMIS, A. Fun with a pencil. 1. ed. London: Titan Books, 2013. 120 p.


E para acabar o post, os outros 90%:


06/365
06/365 - Eu digo que 90% de tudo é porcaria... Isso é 90%! rs

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Retrospectiva de Outubro

Estou um pouco envergonhada com essa postagem -- em 2013, já tivemos meses fracos, embora nenhum como esse. Gostaria de dizer que tudo aconteceu por motivos de força maior, que eu me envolvi demais com o TCC (não, não me envolvi); que a dor nas costas continuou me matando (não, não está) ou que eu estou dando o dobro de gás nos freelinhas para garantir os meses em que tudo o que vou fazer é dar de mamar e trocar fraldas mas... Nem isso.

Várias coisas passaram pela minha cabeça esse mês -- e não foi possível dividir tempo entre elas e o desenho. Embora as coisas estejam um pouco bem mais claras agora. Veja, essa postagem de "retrospectiva" é sempre feita quando eu sei que não vou mais desenhar no mês, e programada para ser publicada no primeiro dia do mês seguinte; então é possível (embora eu não coloque minha fé nisso) que na próxima postagem eu diga algo diferente mas... A função e o porque eu preciso/quero/devo manter esse blog está muito mais clara.

Não, eu não sei como alguém que desenha nesse nível ainda tão tosco faz para ganhar dinheiro com isso -- e ganhar dinheiro com qualquer coisa que pague as contas e não devore a minha alma é a coisa que mais toma o pensamento ultimamente mas... Eu sei que já fiz outras escolhas bem "sensatas", com empregos/empreendimentos que deveriam pagar as minhas contas e serem executáveis dentro das minhas habilidades mais fáceis mas as coisas nunca funcionaram dessa forma então... Na lona por obrigação, na lona por paixão.

Dia 31 de Outubro, meu amanhã e o seu ontem (nesse blog oferecemos viagens no tempo gratuitas) era o meu último dia para entregar o TCC. Não sei o que deu (embora tenha um palpite um pouco nefasto). Meu lado "sensato" não via a hora de se livrar disso... Ele fez, de novo, o investimento em uma pós graduação que fizesse sentido dentro da minha área de atuação profissional... E sinceridade? Teria sido muito mais útil e compensador ter gasto a mesma grana em aulas de pintura a óleo ou artesanato.

Eu gosto de escrever, eu gosto de produzir coisas esteticamente agradáveis mas... Acima de tudo eu gosto de coisas "produzidas" e mão na massa. Eu consigo, muito bem, trabalhar com abstrações, planejamentos, documentação -- e isso garantiu que eu fizesse um trabalho profissional/corporativo muito bom, por muito tempo... Mas como todas as coisas que não devem ser, não resultou em satisfação ou resultados. Então a partir de 01 de Novembro, porque eu preciso encontrar meu caminho e oferecer a minha filha algo melhor do que "o mundo é cão querida!", eu vou começar a investir mais nessas coisas que eu deixei de lado.

E seja o que for pra ser... Que o que não era para ser já foi.
Muito complexo por hoje? Prometo melhorar.

Retrospectiva de Outubro
1. Not available, 2. Not available, 3. Not available, 4. Not available, 5. Rascunho 626. Not available7. Not available8. Not available9. Not available

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Outubro no ar...

Um novo mês de postagem começando, os mesmos velhos problemas. Ainda não consegui me acertar com o novo sketchbook (estou usando o Tilibra Academie); achei que seria bem mais fácil de trabalhar sombreados nele, mas tudo o que eu faço tem saído mais áspero e irregular. Acho que como o sketchbook anterior era acetinado demais, eu acabei deixando a mão muito leve, e agora ela tem que voltar a pesar um pouco.

Ele também não se deu muito bem com o scanner, e ao contrário do que eu esperava, reflete luz pra caramba e não mostra todos os tons de cinza do original, e eu acabo precisando controlar muito os níveis no photoshop para que você possa ver alguma coisa por aqui.

Outra questão a trabalhar é que estou desenhando pessoas de cera. Estou desenhando pelos contornos, não tomando cuidado com nenhuma estrutura anatômica, e ainda por cima não sombreio até o fim porque dói as costas. Assim não há rabisco que ganhe um jóinha ao final do trabalho.

O rabisco que ilustra esse post...

Rascunho 62

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Retrospectiva de Setembro


Mais um mês com a tradicional retrospectiva do mês anterior. Setembro começou como uma grande promessa, mas foi interrompido por 03 questões:

-- 01 dor nas costas que me impede de qualquer atividade muito longa;
-- 01 gravidez recém descoberta (mais para o final do que para o começo), que muito provavelmente tem tudo a ver com essa dor nas costas;
-- A necessidade de começar um novo sketchbook (que eu descobri, pode ser mais intimidador que terminar um que não acaba nunca).

Tudo isso considerado, até que a produção geral foi boa... Mesmo estando longe do que eu gostaria. Ainda sonho com um mês no qual eu consiga produzir um rabisco para cada um dos dias do mês. Ou que eu pelo menos faça metade disso... Mas bem feito. Ainda não sei se esse é só um Hobby que eu vou levar desse jeito completamente despretensioso... Ou se vou decidir investir mais nisso no futuro. Estou distante de qualquer atividade profissional nessa área, seja por vontade ou por qualidade mas; toda vez que eu sou obrigada a voltar aos pequenos trabalhos, freelas e discussões na minha área atual por conta do dinheiro -- e eu vejo que cada vez mais eu ODEIO voltar a essa área e seu dia a dia, eu não sei se o mantra "ferrada, ferrada e meio" se aplica, e eu deveria mudar radicalmente de rumo.

O Juri interior ainda delibera.

O mosaico que ilustra esse post...

Retrospectiva de Setembro
1. Rascunho 56, 2. Rascunho 57, 3. Rascunho 58, 4. Rascunho 59, 5. Rascunho 60, 6. Rascunho 61

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O Sketchbook morreu! Longa vida ao sketchbook!

Passei por aqui fora de horário, com o título mais batido possível só para encerrar Setembro em número par! Comecei um novo sketchbook, que facilita um pouco o sombreamento mas que não se deu muito bem com o scanner -- pior que o anterior. A dor nas costas não me deixou (e pelo que soube, não vai me deixar pelos próximos 04 meses... E depois vai necessitar de troca de fraldas e mamadas constantes, então é bem possível que a minha produção cai daqui para a frente).

Ainda estou tentando digerir essa história de me descobrir grávida tão tarde e os impactos que isso vai ter em toda a minha vida mas... Por hora vamos terminar com Setembro.

O rabisco que ilustra esse post...

Rascunho 61

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Sketchbook: Es finito!

Anjos cantam felizes, aleluia, aleluia! Depois de muito, muito tempo, eu consegui finalmente acabar com esse sketchbook. Ele foi bonzinho, simpático e muito legal mas... Já deu, pode se aposentar agora feliz com o resultado de sua vida útil.

Hoje sem muito mais a acrescentar, tô num desânimo só. Nem esse meu porto seguro de quase sempre tem sido suficiente para me deixar um pouco mais otimista em relação a tudo -- acho que também porque, cada vez mais eu percebo que isso está distante demais de tudo o que eu gostaria de fazer... Complicadas as coisas.

O rabisco que ilustra esse post...
E encerra esse sketchbook...

Rascunho 60

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Segunda no ar...

Começando a semana na tentativa de continuar com a finalização do sketchbook -- está difícil dizer adeus a esse caderninho viu! Parece que durante as noites ele acaba fabricando mais páginas e a coisa nunca termina. O bichinho foi valente, foi fiel, mas espero que chegue a hora de ele ceder lugar ao próximo em breve -- embora ainda esteja meio difícil aceitar que no próximo eu vou tentar parar de fazer esses rabiscos com aspirações de trabalho acabado nele. Acho que sketchbooks deveriam ser lugares mais livres, onde você não tivesse medo de rabiscar qualquer coisa... E eu confesso que ainda tenho um medo significativo de desenhar qualquer coisa. De imaginação então nem se fale...

E depois do post de ontem, eu me sinto até envergonhada de compartilhar o rabisco a seguir mas... promessa é promessa, então vamos lá.

O rabisco que ilustra esse post...

Rascunho 59