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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Resultados do Inktober 2019


Diz a lenda que, se o sketchbook não tem atualização, o blog também não tem. No entanto, essa situação está um pouco diferente há mais ou menos um mês: eu não só participei do Inktober, como tive a maior produção de todas as edições. Além disso, como me conscientizei que o Jake Parker (criador do Inktober) não paga as minhas contas, estou burlando essa restrição de "October" e finalizando os buracos que ficaram no sketchbook em dias específicos (ainda faltam 04 para fechar os 31, mas acho que essa semana acaba.

Nos últimos 5 dias, depois de improvisar minhas habilidades "zentangle" por mais de um mês, eu resolvi estudar formalmente, seguindo o livro (Desenho Zen). Resultado? Continuo nessa temática "estampas PB" que você vê por aqui... Achei que quando o mês acabasse, eu estaria explodindo em cores para contrabalancear mas... Estou meio Jonny Cash da vida, o preto está caindo bem.

Se pudesse incluir música no perfil do Instagram, e incluia essa sem remorsos:

The Rolling Stones - Paint It, Black (Official Lyric Video)
https://youtu.be/O4irXQhgMqg

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

O que aprendi com o Inktober 2017?

Resultado do Inktober 2017
O que aprendi com o Inktober 2017? Em primeiro lugar, que está difícil aprender qualquer coisa ultimamente, rsrs.  Eu comecei o Inktober bem animada: preparei caderno especial, escolhi as tintas e o material; diferente do ano passado peguei algumas referências para não morrer na terra do "O que é que vou desenhar?" e a coisa foi muito bem até um pouco mais do meio do mês...

Mas caminhando para o fim do mês... Deu bode! Poderia dizer um milhão de coisas que também impactaram (Isso tomar quase 02 horas num dia cheio, e muitas vezes acontecer no mesmo horário da rotina de sono da minha filha, entregas malucas de projetos que não permitiam duas horas por dia desenhando etc), mas dizer que "deu bode" é de longe a mais precisa.

Isso não significa que não ficaram algumas lições aprendidas... No caso, duas:

1. Não compre papel porcaria!
Existe uma, e apenas uma situação, na qual é aceitável desenhar em papel porcaria: você está no início do início da aprendizagem, precisa praticar com um alto volume de desenhos (e tem tempo para um alto volume de desenhos) e não quer gastar muito. E aqui, a chave é "vai desenhar muito". Por quê? Se você é como eu, e no máximo consegue alocar entre 30 minutos a uma hora por dia de desenho (ou seja, no máximo 7 horas por semana), você não vai conseguir fazer muitos desenhos por semana -- se forem num nível rascunho, difícilmente mais que uns 14 (1 a cada 30 minutos), se for um levemente mais acabado, não mais que 7 (um a cada hora) -- e aqui eu estou sendo generosa demais, pq se eu produzisse 7 desenhos meia boca por semana estaria saltitando de alegria com uma produção de aproximadamente 30 desenhos por mês.

Agora vamos a matemática da coisa (que eu sei que não é a parte favorita das demais pessoas de humanas que não fizeram um colégio de Exatas, rs):

Desenhando melhorzinho
  • 30 desenhos por mês = 02 blocos de 20 folhas de um papel minimamente bom (e ainda sobram dez folhas pra guardar ou refazer algo que tenha ficado muito ruim).
  • Como minimamente bom, estou considerando um Canson C Grain 220g, que vc compra por 12,90 a 15,90 um bloco.

Desenhando rascunhado
  • 60 desenhos por mês = 02 blocos de 50 folhas de um papel de desenho 90g (algo que custa entre 3,90 a 5,90 cada, e que ainda vai deixar umas 40 folhas de reserva).
Então eu lhe pergunto, como perguntei para mim mesma: pq desenhar em papel tranqueira? A menos que as finanças estejam mesmo muito mais muito mal, gastar 30 reais por mês com folha boa não deveria ser um problema... Ou seja, não deveria causar tanto preciosismo (até pq não vai ser R$ 20,00 por mês... Vai ser no máximo a cada 2,3 meses se a produção for assim limitada).

O que aconteceu no meu caso com o papel do Inktober?
Ano passado, fiz os desenhos em Bristol da Canson (um opaline de melhor qualidade vendido pela Canson, 180g/m², bem liso e brilhante). Ele foi muito "carinhoso" com os meus erros, e encobriu a maior parte deles.  Esse ano, o Bristol da Canson estava em falta e eu achei que tudo bem fazer o caderno do Inktober todo em papel Lay-out 240g/m², bem mais grosso. Para quem não está familiarizado, layout é um papel offset -- o mesmo das gráficas, ou um "sulfite industrial" rs -- nessa gramatura, algo cerca de 3 vezes mais grosso que uma folha de sulfite comum. Parecia uma boa ideia mas:
  • O papel apagava pessimamente (de levantar bolinha no papel).
  • Toda vez que usei fita crepe, metade do branco do papel ficou na fita.
  • Ele não gostou dos meus erros: todas as marcas e pinceladas do nanquim vermelho apareceram, e secavam em tons diferentes.
Esperar um ano inteiro pelo desafio pra ver seu esforço de 2 horas diárias ser piorado pelo papel é muito frustrante.

2. Pra desenhar melhor é preciso... Desenhar mais.
Ok, eu não precisava do Inktober para descobrir essa mas... Ele ajudou a refletir bastante sobre isso. Quando você começa a cometer os mesmos erros, dia após dia, das duas uma: ou os abraça ou faz algo pra mudá-los... Foram muitos "Sério que vc vai fazer essa orelha assim de novo? Vc já percebeu que os planos desse rosto não estão claros né? Olhos nivelados, quem precisa deles?". Preciso voltar para o mais básico do lápis, eu sei.

Resumindo:
Ainda considero que o Inktober desse ano foi um avança a série: tenho tentado participar do Inktober direito desde 2014, e os números da produção tem aumentado todo ano (e gosto de acreditar que a qualidade também). Então ainda tenho esperanças que o ano que vem vai ser melhor...
 Torçamos!

sábado, 14 de outubro de 2017

Quem guarda os guardiões? Provavelmente não você!

Inktober 2017, Dia 13.

Esse post se utiliza de um tanto de "linguagem adulta" -- se você se ofende com esses usos, recomendo parar a leitura por aqui... Que hoje o desabafo está queimando no sangue.

Existem algumas vantagens em ter um blog no cantinho do mundo, onde ninguém sabe que ele existe: poder opinar sobre as tretas que você vê por aí, sem aumentar a marola que elas geram. Uma "treta" recente do mundo dos rabiscadores foi com relação ao Inktober e o posicionamento de seu criador sobre o desafio dever ser preferencialmente realizado em tinta, e não em digital. Nem vou entrar muito no mérito muito dessa parte da questão, pq o meu posicionamento é bem quadradinho aqui... É claro que deveria ser realizado a tinta... A coisas chama Inktober! Não gostou? Tudo bem... Cria um "Digitober"; faz em digital e taca um "FDS Jake Paker, não vou me submeter aos seus caprichos!". Só não fica choramingando como se o criador de um desafio de arte final em tinta tivesse como obrigação unir todos os grupos em um desafio específico... Não tem... Ou será que alguém vê anúncio de desafio de "Corrida 5K" e sai perguntando se pode ir de bicicleta? Trotando? De patins?". 

Mas a coisa que "levantou os nervos" mesmo hoje foi o tread de uma ilustradora nacional, falando o que tem percebido no Inktober desse ano. Coisa número 1: muita cópia, Coisa número 2: muita falha de anatomia... E mais algumas outras coisas. Sabe porque me enerva? Pq grande parte das "ilustradoras" nacionais estão nessa zona cinza entre desenhistas e artistas plásticas, não tanto como ilustradoras, e querem ficar cagando ditando regra sobre como deve ser a prática artística alheia -- se você for cutucar mais um pouco nesses casos, cai naquele velho "essas coisas desvalorizam os profissionais do mercado", como se isso justificasse o discurso... E não justifica. Por diversos motivos.

Ilustrador é um termo profissional para quem ilustra comercialmente.
Já que vamos ser "fiéis" as raízes como todo mundo quer, sabe quem pode se dizer "ilustrador"? Quem trabalhar, comercial e de maneira remunerada, com ilustração. Não é quem enche sketchbooks com artes (por mais lindas que sejam), monta blog, tem canal no YouTube etc... Se você está fazendo tudo isso e ninguém te paga para ilustrar uma coisa específica, você não é um ilustrador. Se alguém te paga por uma arte criada por você e que não ilustra nada (nem uma matéria, nem um livro, nem um postal, nem nenhuma saída comercial) você está mais para um artista plástico, ou um desenhista se não quiser o peso da posição anterior...  Especialmente se você for "ilustrador" de print que acaba em quadrinhos na casa dos outros. 

Sabe quem pode desenhar? Quem tem um lápis... (ou mais especificamente, quem tem qualquer objeto que risque uma outra superfície). 
Sabe aquela história "como você sabe que tem um corpo para ir para a praia? 1) Tenha um corpo. 2) Vá a praia"??? Então, a mesma lógica pode ser aplicada ao desenho -- Você quer desenhar? Desenhe! Está ficando torto e isso te irrita? Vá estudar. Tá torto mas tá bom pra vc? Repita! Por mais que os chamados "profissionais" achem que tem uma carteirinha de "guardiões da arte, orientamos 24 horas por dia quem pode participar do clubinho" eles não tem. Sim, você pode desenhar simplesmente por desenhar, pra se divertir, pra passar o tempo... Ou pode estar desenhando feio e torto e querer ganhar dinheiro com isso -- vai ser mais difícil? Provavelmente. Mas você ainda tem a última palavra sobre o seu desenvolvimento: se ele vai acontecer, como e em que velocidade. E não deixe ninguém que não paga seus boletos (ou compra seus lápis) lhe diga como ele deve ser feito. 

Pare de analisar o mercado e vá cuidar da sua barraca.
Isso é uma tendência nacional. Eu mesma sou culpada dela diversas vezes mas... Acho incrível como por aqui (e digo Brasil porque acompanho diversos artistas internacionais que não ficam perdendo tempo com isso) o pessoal quer problematizar cada coisinha que produz ou que é produzida... Não estou dizendo que a gente não deva pensar criticamente sobre as coisas ou sobre o contexto das coisas (é claro que precisa) -- mas você não precisa explicitar cada arroto que a sua mente tem a respeito dessas coisas.  Mais uma vez... Ninguém morreu e te elegeu guardião do mercado! Tem muita gente que acha que se utilizar "o lápis", "a caneta" especial que você usa vai fazer um desenho tão bom quanto o seu? Ótimo! Deixa eles acharem e desenhe mais... Se você é "ilustrador", desenhista, artista, seu trabalho é criar arte... Não trazer o conhecimento às pobres almas que não chegaram a esse entendimento.

Esse é um dos motivos pelo qual esse blog tem ficado sem pauta constantemente -- quando eu comecei, eu queria meio que fazer um "compêndio" de tudo o que eu já tinha aprendido até hoje -- tanto para reaprender e rever algumas coisas quanto para servir de referência para quem está aprendendo. Esse nem de longe é mais meu objetivo.  Se você for na coluna direita do blog, vai ver que o post mais acessado daqui -- e por uma longa margem -- é o post sobre onde comprar materiais de desenho na Web e presencial em São Paulo. Mesmo assim, ao longo dos anos, as pessoas tem mandado e-mails direto para o contato ou:
  1. Perguntando coisas que já estão explícitas no post.
  2. Perguntando coisas que não estão no post, e que poderiam ser facilmente Googadas. 
Na maior parte das vezes eu respondo. A questão não é não querer responder... Mas me conscientizar que por mais mastigado que esteja algo, existem pessoas que não vão conseguir compreender (por uma série de motivos que eu poderia discorrer no meu dia a dia de Design Instrucional que não cabem aqui), que não estão no momento de compreender ou que vão mesmo bater cabeça até aprender. E eu quero mesmo fazer os meus desenhos tortinhos menos tortos com o tempo... Não ser arauto pra um "caminho ideal" que nem posso garantir que está certo.

A concorrência final, se você quer mesmo concorrer com alguém, é com o que você fazia ontem -- então desconfie de quem fica perdendo tempo dizendo que o que você faz não é suficiente, que deveria ser feito de outro jeito, que deveria ser melhor, mais conceituado... Especialmente se: você não perguntou ou pediu por feedback, e se isso te desanima de produzir mais.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Inktober firme e forte... No Instagram.

Depois de mais de um ano de postagens automáticas do Instagram para cá, eu resolvi dar uma parada no script. É vantajoso saber que o blog está sempre sendo automaticamente atualizado mas... Eu gosto de escrever junto com as imagens, e o Instagram gera um post muito feio por aqui (não consigo parar as tags, não consigo ter paragráfos na postagem, essas coisas...

Além disso, só gostaria de dizer que o Inktober 2017 vai firme e forte por lá -- com uma pequena falha no dia 11/10, quando o cansaço não deixou. Ainda continuo me inspirando nos retratos de moda das revistas para o desafio desse mês, comprometida com o nanquim vermelho e arrependida amargamente do papel escolhido esse ano (mas vou falar mais sobre isso no final do mês, no tradicional post de "aprendizados" do desafio).

No mais, estou mantendo o compromisso apesar de todo o desânimo atual. Tem horas que eu acho que as coisas estão feias demais até para um Hobby... E fico pensando se tudo isso ainda vai me levar a alguma coisa, já que a alegria do trabalho feito dura no máximo uns 15 minutos... O tempo médio entre "que legal, completei mais um" e "minha nossa, quantos erros".

Ainda vou continuando pq esse ano o objetivo maior é bater a produção de todos os anos anteriores e... Finalmente está começando a parecer viável (dado que os anos anteriores sempre foram tão pífios). Quero acabar o sketchbook do Inktober (que tem 40 páginas, e já foram 11) e mais o sketchbook canson atual até o final do ano... Quem sabe pegando "ritmo", 2018 se torna um ano bem melhor.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

O que aprendi com o Inktober 2016?

Inktober 2016 acabou hoje. Não foi perfeito, mas foi minha melhor participação nos últimos anos. No entanto, é claro, não estou satisfeita -- eu também não sou uma pessoa reconhecida pela capacidade de ficar satisfeita com frequência para começo de conversa, rs. Mas isso fez com que eu chegasse a algumas conclusões com essa participação.

1. Acabamento não resolve problemas estruturais.
Não é com pintura que a gente resolve parede torta. Parece meio óbvio, mas com desenho é surpreendente a quantidade de vezes que a gente se engana achando que um desenho mal feito vai ser resolvido na arte-final. Mais fácil estragar algo bem feito nessa fase que jamais fazer o contrário.

2. Quanto menos acostumada, mais planejamento é necessário.
Não desenho profissionalmente, nem diariamente -- então questões como "tema" e "assunto" das ilustrações ainda são meio incertos -- não tenho ideia do que vou desenhar, e pouca biblioteca mental para desenhar sempre de imaginação -- ou seja, tudo teria sido mais produtivo se eu tivesse definido um assunto ou tema específico e separado referências com antecedência.

3. Espontaneidade é para os outros.
 Existem -- ou devem existir -- pessoas lindas que se comprometem com desafios como o Inktober e conseguem magicamente encaixar essa atividade no meio das suas obrigações do dia. Mas definitivamente eu não sou uma delas. Tudo foi mais produtivo nos dias em que deixei a minha filha na minha m~e para trabalhar mais focada -- mesmo que no final do dia eu tenha tido que me deslocar cheia de coisas pra ir dormir com ela depois de um dia caótico de trabalho A rotina diária na casa da minha mãe se encerra mais cedo do que na minha casa, o que permitiu um horário mais adequado pra desenhar. Mas como não dá pra contar com essas situações fora da rotina sempre, então o melhor mesmo é definir um horário específico e inegociável para tocar esses desafios.

Resumindo...
O resultado geral do final do Inktober ainda é acerto -- não sei se ele vai trazer grandes impactos em qualquer um dos seus dois objetivos gerais (fazer você desenhar mais regularmente e melhorar suas habilidades de arte final) Mas tudo indica que em 2017 estaremos por aí de novo. Espero que superando esses desafios  -- e possivelmente encontrando outros.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Inktober... Vai indo.

Mês de Outubro está sendo dedicado -- na medida do possível -- ao desafio do Inktober: um mês finalizando desenhos e rabiscos em tinta. Embora eu esteja numa fase um tanto revoltada com "puristas" em todas as categorias, quando o assunto é Inktober eu acabo sendo um pouco purista no conceito, e não ando satisfeita com o que estou fazendo.

A visão "purista" do desafio, é melhorar suas capacidades em "inking" que em português é a boa e velha arte final em nanquim/tinta preta. Quem já desenhou em lápis de qualquer cor e depois tentou "contornar" com nanquim ou caneta nanquim (fazer a famosa arte final) sabe que o desenho mais lindo e espontâneo fica engessado e travado quando as suas habilidades de arte-finalizar são limitadas. E esse Inktober deixou isso claro como a luz do sol para mim.

Desde então, eu tenho tentado brincar com algumas coisas: grafismos para aplicar luz e sombra no traço; nanquim amarelo para "colorir", e nesse exibido aqui: um pouco de aquarela. Nenhuma dessas coisas muda um fato básico: eu abordo o desenho de forma amadora, no mais claro sentido de "despreparada".

Não é uma questão de saber ou não desenhar -- estou cada vez mais convencida que as pessoas como eu, que tem problemas em desenhar o que querem, estão errando na abordagem mais do que nas habilidades...
  • A gente começa sem saber o que vai desenhar...
  • A gente começa sem referências.
  • A gente começa sem fazer sketchs de composição e thumbnails.
E de alguma forma a gente espera um resultado profissional, fazendo as coisas de um jeito que nem um profissional faria. E não tem como arte-finalizar bem desenho tosco... Simplesmente não é possível resolver problemas estruturais de casa, passando massa corrida.

De qualquer forma, gostei dessa coisa "temática" por mês -- ando bem inclinada a trabalhar um mês de aquarelas em Novembro. E quem sabe, para o mês que vem, eu consiga essa coisa de preparar um pouco antes de desenhar.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Início de Inktober 2016 no YouTube (novo canal).

Praticamente uma semana de Inktober, e até agora as coisas estão em ordem -- muitas atualizações automáticas pelo Instagram, que podem dar a ideia que aqui foi meio que deixado de lado... Mas não é isso: estou testando maneiras de integrar redes sociais de uma forma prática e rápida para que até o meio do mês atualizar por aqui fique bem mais fácil.

Nessa ampliação de meios, estou testando a "inauguração" de um canal do YouTube, começando como muita gente começa: com um vídeo tosco! rs. Brincadeiras a parte, outra tentativa: o que eu posso produzir a partir do celular para o blog.

Gosto de acreditar que o ideal seria poder sentar no computador, com horário definido, calendário preparado e simplesmente preparar o conteúdo daqui -- mas como esse método "ideal" tem sido um tanto quanto inviável nos últimos meses, estou migrando para o plano B: o plano possível. Espero continuar nesse mundo possível por um tempo... É bem mais agradável.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Minhas Sinceras Desculpas

Pela milésima vez, peço desculpas. Deixei quem ainda visita o blog na mão, me deixei também na mão. Logo depois do último post, fiquei ruim, perdi o ânimo e comecei a me perguntar se qualquer coisa dessas vale a pena.
 
Recentemente, depois de muito considerar, cheguei a conclusão que vale a pena sim... De um ponto de vista bem pessoal... Mas tudo bem.
 
Segunda-feira estou de volta a programação proposta... Enquanto isso, deixo com vocês um resultado dos poucos trabalhos do #inktober.