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quinta-feira, 22 de abril de 2021

Para bom observador, meia imagem basta.


Brinquei comigo mesma que é impossível ter problemas de simetria facial se você desenhar apenas um lado do rosto... E parei por aí, porque era feriado e eu não queria lidar com o fato de que dois olhos no mesmo nível é uma tarefa... Complicada!

A postagem de hoje tem múltiplos objetivos:

1. Testar o envio de postagens pelo mailchimp!
Dona Google avisou que a partir de Julh/2021 ela vai dar mais um tiro em quem insiste em ler blogs... O primeiro foi quando ela extinguiu o Google Reader (não, eu ainda não superei). O segundo, agora, com o aviso que ela não vai entregar mais as postagens por e-mail via Feedburner. Resolvi me antecipar e migrar os assinantes do blog para o Mailchimp, cruzando os dedos que vai funcionar... Se você está lendo isso no seu e-mail, isso é muito boma.

2. Divulgar o Apoia.se da artista Camila Cabral.
Pandemia, Covida, mãe e filha rabisqueiras em casa há mais de um ano e... Muita união assistindo o canal da Camila Cabral no YouTube. Acho que em um ano nós voltamos em todos os vídeos já publicados e assistimos. Então ficou meio impossível não entrar no Apoia.se da artista para mais conteúdo ainda. Recomendo, todo domingo tem uma live exclusiva com conteúdo inicial sobre desenho -- e para participar as contribuições começam em R$ 5,00.

Espero não ficar longe por mais tanto tempo -- então vou guardar umas dicas extras na manga. E você? O que tem feito para viver, sobreviver e criar na atual circunstância? Parou com a arte, ou ela te salvou? 
Comente! Quero ouvir de você.



quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Contracapa e Contratempos

Não vou abusar do tamanho da imagem nesse post, porque não está grande coisa (sem ironia pretendida, rs). Sabendo que é difícil "começar" a primeira  página de um sketchbook, eu resolvi abusar dessa vez e começar pela contracapa -- tirar esse "sentimento de pureza" que todo caderno novo tem, com todas aquelas páginas em branco. E é incrível como meia dúzia de rabiscos são capazes de fazer você repensar a vida, o universo e tudo mais.

Fica claro porque eu acho que os desenhos inspirados em Zentangle são tão reconfortantes: eles nunca dão errado. Eles podem até não ser magníficos, fazer as pessoas exclamarem "puxa vida, nunca vi nada tão maravilhoso em toda minha vida!" (especialmente quando se é como eu, e se tem um "dom" pra não deixar contrastes suficientes), mas eles sempre "dão certo". Exatamente porque cada um é único, e não há base pra comparação, eles simplesmente são aquilo, e não há muito o que você possa reclamar ou dizer "bem, não era bem isso que eu estava esperando", até porque você não estava esperando nada sem ser preencher toda a página. Mas basta colocar "uma cabecinha" no mix pra você relembrar algumas coisas:
  1. Como se está enferrujada.
  2. Não era bem isso que você esperava.
  3. "Ai, saudades das minhas aulas regulares" -- e de ter verba destinada pra escolhe-las.
E aqui entram as minhas principais críticas a sketchbooks e porque eu vou tentar algumas coisas diferentes (de verdade) dessa vez. 

Não vou lembrar em qual vídeo sobre aprendizagem/treinamento/motivação eu ouvi isso recentemente, mas fez todo o sentido. O especialista dizia que "Practice don't make it perfect, it makes permanent" -- ou "A prática não traz perfeição, mas permanência". Ou seja, praticar errado não vai fazer você começar a fazer certo, mas fazer com que você internalize e repita para sempre os erros. É isso que eu sinto com essas cabecinhas desenhadas. Se eu olhar as cabecinhas desenhadas nos últimos 5 anos, nas mesmas condições (sem referências ou com referências ruins, finalizadas a nanquim quando a estrutura não estava pensada pra isso etc.), não há muito ganho em qualidade, e elas parecem sempre a mesma coisa -- o que é algo diferente do que, por exemplo, quando eu trabalho com referências melhores em um material que eu tenho melhor domínio. Por exemplo:

E pode ser uma coisa minha com "sketchbooks" ou mesmo da maneira como eu aprendi o que foi possível -- e aí os cursos que eu fiz tem um bom papel nisso -- mas eu não acho que sketchbooks sejam o melhor lugar para esse tipo de prática.

Existe algo realmente "liberador" em gastar pilhas de papel de impressão (sim, estou falando com você Chamequinho) em desenhos que não estão sendo feitos pra posteridade mas para realmente aprender algumas coisas. Para mim, sketchbooks ficam na zona intermediária entre o aprendizado por repetição e a produção de "peças finais", então são melhores quando você vai repetir algo que já está estabelecido na sua cabeça ao invés de explorar algo que não se está confiante ainda. Faz sentido? Não sei -- mas sei que isso é muito do que me faz não ser tão "prolífica" quando eu gostaria, exatamente pq não tem espaço físico (de tamanho mesmo, pq eu gosto de ter do A4 pra cima pra aprender) e dá a qualquer coisa mais permanência do que ás vezes eu gostaria. Resumindo, sketchboosk pra mim é pra "pré-obras", não tanto para estudo. E eu decidi que esse ano não vou lutar contra isso -- vou usar mais folhas soltas que eu possa amassar e jogar fora se não der certo, sem muito peso na consciência.

A próxima coisa, que eu vou considerar um pouco antes de me comprometer com um caminho é escolher um dos livros de desenho pra ser o companheiro de prática. Fico sempre tentando escolher o "livro ideal", baseado naquilo que eu gostaria mais de aprender no momento, mas o livro "ideal" não existe e eu acabo não usando nenhum. Acho que agora eu vou escolher um nem que seja para ter uma figura de autoridade contra a qual me rebelar, rs. Vou tentar escolher um até o final da semana, mais de volta ao básico: lápis no papel, e sem muitas técnicas ainda. Vamos ver!

terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Uma página (ou capa) por vez.


A doida do ZIA (Zentangle Inspired Art) ataca novamente. Tem que especificar isso porque, como eu descobri depois de comprar e praticar o livro "Desenho Zen", a palavra "Zentangle" é uma marca registrada pelos "criadores da técnica"... Outra hora podemos discutir por aqui essa mania que estadunidenses tem de pegar uma coisa da cultura geral, formatar num procedimento aleatório e patentear como sua "propriedade e criação" -- e as sérias implicações disso nas artes e na ciência -- mas por hora, vale dizer que o meu trabalho "INSPIRADO" em Zentangle continua.

Nessa hora, eu tenho certeza que "amadores" podem se dar a alguns luxos de "superstição" que não são reservados a profissionais -- por exemplo, cismar que os sketchbooks que você tinha separado até agora pra começar o ano não estavam com "a energia certa", e escolher começar um novo do zero, mais uma vez. E decorá-lo para ficar com a "vibração do ano" -- eu podia colocar aqui esse meme...


Seja como for, estou tentando, para o beneficio da minha sanidade, entender que; embora eu não saiba o porque de fazer essas coisas, a melhor prática continua sendo seguir um dia depois do outro. Uma página depois da outra. Por hora, começando pela capa do sketchbook. E no final das contas, em retrospetiva, é sempre mais interessante ver páginas rabiscadas com qualquer coisa do que perceber que o ano passou e as páginas ficaram em branco, então... Está valendo. 

Vamos ver que tipo de rabiscos esse sketchbook abrigará!

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Atualmente, no Sketchbook

Ando meio perdida sobre o que rabiscar no Sketchbook, então qualquer coisa está valendo -- e muito poucas agradando (especialmente esse vai e vem entre uma coisa mais realista e algo mais cartoon). Está faltando decisão de pegar uma linha de desenvolvimento para seguir (escolher um livro para estudar, um curso para seguir ou algo assim).

Ainda estou atualizando as imagens quebradas do Blog -- mais uma página de backlog e algumas postagens perdidas foram atualizadas. Logo logo tudo estará no ar corretamente e podendo seguir em frente.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Na bolsa, por sete anos…

Fonte: https://www.instagram.com/p/BkjK_XzF-Ij/
Sketchbook Ando Hiroshige A6 da teNeus, com lapiseira 0.5 (com grafite 4B)
Rabisco da noite de 27/06, feito em um Sketchbook A6, com a minha lapiseira de trabalho — uma de um dos estojos de escrita, não de desenho (acredite, quando você é a “louca dos materiais” dá para fazer vááááárias divisões desse tipo). De vez em quando eu gosto de fazer esses rabisquinhos sem referência para ver como está a minha capacidade de desenhar de imaginação.  Especialmente nesse sketchbook — é o que eu uso quando estou fora de casa (normalmente na minha mãe) e não quero carregar peso ou volume.

No entanto, o que assusta mesmo, é que esse é um “sketchbook de bolsa” há 7 anos. E está “quase” na metade. Eu sei, pode dizer: tem que ter muita cara de pau para admitir isso. Ele não tem um volume absurdo de folhas (as clássicas 80 de um papel parecido com pólen, ainda mais liso), então deveria ser o tipo de caderno que você deixar na bolsa por no máximo um ano e termina, não é mesmo?

O que me leva a uma consideração:
O que faz um sketchbook útil ou não?


Tamanho é Documento!

Nesse caso, eu acho que o tamanho é uma questão fundamental. Um sketchbook A6 (um quarto de folha A4) é muito pequeno. Serve pra vc fazer rabisquinhos de uma maneira concentrada em um papel legal, mas não é um lugar para desenvolver suas habilidades de desenho: há pouca possibilidade de detalhes, você não trabalha tanto o movimento do braço (fica impossível, como dizem por aí, “largar o braço”) e você não chega nem a enfrentar grandes problemas de composição (não há espaço nas páginas para deixar muita área livre, mal há espaço para desenhar).

Sei que eu sou uma grande defensora (mais para os outros do que para mim mesma) que qualquer superfície serve quando você está tentando praticar desenho — mas se você está começando, ou se quer praticar algum estudo específico (sólidos, anatomia etc.) eu não recomendaria uma sketchbook tão pequeno. Na verdade, eu recomendaria apenas aqueles que estão de A4 para cima. Quando você pratica algum tema específico, é interessante comparar diversas tentativas, ver o que você acertou em uma e outra… E isso fica bem difícil quando cada tentativa está numa página diferente.

Pelo menos para mim, sketchbooks menores (A5 ou A6) são bons para quando o seu único objetivo é agradar a si mesmo — fazer desenhos descompromissados com uma prática focada, aqueles que você faz o que dá na telha e não quer uma folha intimidadora que vai precisar de horas para ser preenchida. Esse é um dos motivos pelos quais eu sei que seria melhor praticar em folhas A3 quando vou desenhar algo avulso, mas ainda insisto em A4. Toda vez que penso em desenhar em A3 eu imagino que vai ser difícil concluir o desenho em apenas “uma sentada” e a perspectiva de ficar dias na mesma folha, sem aquela sensação de “completude”, parece algo complicado para alguém que não dedica a maior parte do seu tempo a essa prática (infelizmente).

E eu nem sequer entrei em questões fundamentais como “tipo de papel” e “encadernação”, por que isso daria conteúdo para muitos e muitos posts, rs.

Notas sobre a Faxina: como eu mencionei no post de ontem, eu percebi que as postagens antigas feitas de maneira automática do Instagram para o Blogger bugaram, e eu fiquei com diversas postagens com imagens quebradas, sem visualização. Hoje, depois de uma investigação mais profunda eu fiquei apenas um pouco mais triste: o problema está afetando postagem de até 02 anos… Então existem páginas e páginas do blog para serem corrigidas. Hoje eu fiz uma página (a anterior mais recente) e planejo atualizar todas as demais até o final de Julho. O bom dessa revisão é que estou conseguindo fazer uma revisão dos principais temas do blog em geral (e encontrar algumas promessas não cumpridas com relação a conteúdo, que precisam ser retomadas).

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Não fui a lugar nenhum (literal e metaforicamente)

Rosto de Imaginação
Sketchbook Canson A5
Prismacolor Verithin Azul, Vermelho e Lavanda

Fui olhar o blog essa semana e fiquei surpresa que estamos chegando no meio do ano e eu praticamente não postei nada. O que mudou de 2017 para cá? Não muita coisa -- apenas desativei a publicação automática do Instagram aqui no blog, algo que mantinha o endereço mais "agitado".

Corri para o IFTTT para reativar a publicação e já estava feliz... Até que percebi que todas as publicações feitas dessa forma no ano passado não estão mais visíveis (e eu não faço ideia do porque, não atualizei nada no Instagram). Respirei fundo, me conformei que vou ter que voltar editando postagem por postagem para corrigir o problema... Tudo bem que não vai refletir no Feed, mas pelo menos garante que qualquer um que achar esse blog não vai achar que é maluco -- um blog sobre desenhar com as imagens todas quebradas.

Isso significa que tenho que ser um pouco mais "diligente" com o que eu posto no Instagram -- normalmente a ideia é postar lá e fazer uma postagem mais completa aqui mas... Assumo, nem sempre a preguiça permite, então demora... Além disso, nem sempre eu tenho algo para dizer sobre qualquer rabisquinho que eu posto online... Ás vezes é simplesmente o resultado da vitória do dia (Um "hoje eu consegui desenhar") e não há muito mais a dizer no dia -- e gosto de acreditar que é exatamente isso que está para mudar.

Esse blog esta no ar há alguns anos... Vai completar 06 anos em 1º de Setembro... E durante todo esse tempo ele tem sido levado como tudo em minha vida -- eu vou tocando, esperando que algum resultado especial aconteça, sem ter uma intenção definida do que eu quero que esse espaço seja. E se tem uma coisa que eu aprendi, de vez, no último ano é que que as coisas só se realizam com intenção -- na maioria das vezes não necessariamente da forma que você gostaria mas, precisam que vc imponha alguma intenção... Senão tudo mareia e desanda, não vira nada.

Ainda não tenho 100% da minha intenção definida para aqui, mas está quase. Para Julho, eu pretendo voltar por aqui mais regularmente. Se você estiver por aqui, a visita será bem-vinda.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O que fazer com o desânimo!?

Por mais que eu tenha me comprometido a postar todo e qualquer rabisquinho por aqui e por mais que eu saiba que tudo que se faz é evolução... Às vezes cansa não é mesmo?

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Referência, Paciência e Consciência

Gosto de pensar que a moça está dizendo "Sério que você desenhou a minha mão assim?", rs. Sempre me surpreende que a qualidade do que eu desenho muda significativamente de um rabisco pra outro, e a questão cronológica não tem nada com isso -- posso pegar coisas de anos atrás muito melhor do que hoje, e vice versa.

Hoje em dia eu já aceitei que algumas coisas influenciam
  • Referências e Biblioteca Mental.
  • Paciência no momento do desenho.
  • Integração dos materiais escolhidos.
Por exemplo: Esse sketchbook da Canson não reage muito bem com lápis -- ele é mais poroso, então é melhor pra esfumaçar as coisas ou, se você quer fazer desenhos com linhas mais definidas, precisa no máximo utilizar uma lapiseira 0.5.

Como estou fora de casa esses dias, meus materiais estão um tanto quanto limitados -- assim como meu acesso a referências e meu estoque de paciência, então... Nada muito significativo é produzido.

Não consigo deixar de sonhar com a semana entre o Natal e o Ano Novo... Com nenhuma responsabilidade séria com terceiros, em casa, podendo simplesmente colocar uma música, um filme e rabiscar descompromissadamente sem ninguém encher o saco...

Eu sei, eu sei... Pura situação imaginária.
Mas desses sonhos vivem os sketchers diletantes.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Saindo do Bode do Inktober!

Estou me esforçando para sair do "Bode" do Inktober -- desde o final do desafio, bateu um "Meh!!!" que não me deixava animada a rabiscar nada... Mas aí o tempo passou, lembrei que eu ainda tenho essa meta maluca de terminar esse sketchbook até o final do ano então... Vamos lá. As semanas estão corridas -- e acho que estarão assim até o Natal -- então qualquer rabisquinho já me deixa feliz.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZ7idmYDTrL/



Day 6 Anjo de guarda está de mal comigo hoje. É muito trabalho... 
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Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZ4-x_5jM5q/

Day 5, done. Quase no dia seguinte, mas foi. 
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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZ2YMupj_Np/

Mais uma vez tarde, mas aqui. Mas triste com os detalhes que o quadradinho deixa de fora. 
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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZzzRLtjwAE/

Antes tarde do que mais tarde. O dia foi corrido. 
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Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZxfAEWDXJT/

Um close do rabisco off-inktober da DI freelancer da madrugada passou por aqui para lhe desejar bons sonhos. 
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segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZwOKYzjfhA/

Segundo dia de Inktober e a afronta a anatomia básica continua com as mulheres "cabeção/corpinho" que eu tanto desenho. Esse ano eu vou mesmo manter o vermelho como a cor de apoio e tentar ser feliz.
#inktober #inktober2017 #drawing #dailyart #dailysketch #art #ink #sketch #illustration #doodle #draw #artwork #sketchbook #artist #instaart #pen #instagood #creative #sketching #inked #artoftheday #painting #blackandwhite

domingo, 1 de outubro de 2017

Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZtsvbLj8hh
Ao longo do mês de outubro terei que lembrar diversas vezes que "feito é melhor que perfeito" -- mesmo quando o correto é "mal feito". 
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Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZsd-Edj2Y0
Nada pra deixar vc produtiva em uma coisa do que ter uma série de outras coisas para fazer.
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sábado, 30 de setembro de 2017

Sketch do dia, no Instagram

Fonte: https://www.instagram.com/p/BZr-VtAjHkE
Inktober está quase aí!!! ✒ 
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sábado, 3 de junho de 2017

Paixões Recentes, Falhas Antigas…

Recentemente eu me apaixonei pelo canal do Alphonso Dunn no YouTube. Uma daquelas coisas que você não conhece e quando encontra, começa a se perguntar como foi possível passar tanto tempo da sua vida sem conhecer. Tudo começou quando eu fui procurar um pouco sobre esse livro aqui: Pen and Ink Drawing: A Simple Guide. Basicamente, ele desenha tudo que eu gostaria de desenhar toda vez que eu me comprometo a participar do Inktober… Só que com sucesso! Desde então eu tenho me interessado um pouco mais por arte final em nanquim e arte final com canetas esferográficas; assim como com a criação de padrões e texturas em caneta.

Meios de desenho e pintura “rápidos” sempre me interessam muito, porque, lápis de cor, definitivamente é um método de paciência no qual você gasta, fácil, mais de 20 horas de trabalho para finalizar “mais ou menos” uma arte A4. Aquarela, guache, acrílica etc, não são tão demorados, mas exigem que o local esteja preparado para aquilo. Quem, como eu, consegue na maioria das vezes deixar apenas 20 a 30 minutos por sentada, chega a preparar os materiais para começar e então o tempo acaba. Fora que com criança pequena por perto, eu sempre imagino potes de água e tinta virando sobre tudo… Ou seja: Caos!

Até aí tudo bem mas… Será que com tanto sketchbook apropriado em casa, precisa mesmo ficar testando e treinando no caderno de anotações como eu fiz aqui? Tem alguma maldição ou bloqueio que me impeça de usar papel de verdade, apropriado ao meio? Por que sinceramente não é uma questão de não ter, que estão todos aqui em casa umedecendo à toa.

2017 | Some Recent Pen & Ink Drawings Tour (Alphonso Dunn)

Um bom papel para praticar arte-final.
Se você assistir esse vídeo do Alphonso Dunn, você escutará ele mencionar “Papel de Aquarela Hot Press” (que é um método de produção que deixa o papel de aquarela com uma textura bem lisa). Se você for procurar esse papel online, independente da marca (Canson ou Fabriano) vai descobrir que ele custa uma média de R$ 20,00 a folha A4, e vai desistir da ideia de fazer desenhos assim antes de começar.

Um alternativa em conta e que costuma funcionar muito bem com nanquim e esferográfica é o Opaline -- daquele mesmo que você encontra em lojas de escritório, como na Kalunga, por exemplo, em pacotes de 50 folhas. Se quiser um com uma qualidade melhor, pode comprar os blocos de 30 folhas da Canson, que ela vende com o nome de Bristol (não confundir com o Bristol que vários ilustradores e artistas internacionais mencionam, que não é o mesmo papel).

O opaline é um papel bem liso (o que ajuda no deslizar de canetas e pincéis), com uma gramatura boa (normalmente 180g/m²) e com baixo custo. Sua principal desvantagem é não ser “Acid Free” ou “Archival” -- ou seja, vai amarelar com o tempo e não será uma obra para a posteridade (algo que não costuma ser mesmo a preocupação de quem está começando). Esse é o papel que eu usei em todo o meu sketchbook do último Inktober, e que está atualmente no meu sketchbook -- e ele é bem versátil para qualquer coisa que não envolva muita água.

Importante:
Caso você tenha se interessado pelo livro, esse site tem um uma ótima resenha, cheia de imagens, e com o vídeo a seguir. Além disso, no canal do YouTube em que o vídeo a seguir está disponível, você encontra toda uma série de vídeos feitas com livros de arte e desenho folheados -- o que é muito interessante se você estiver interessado em comprar um desses livros mais caros mas está na dúvida porque não sabe o que vai encontrar dentro dele.

Pen and Ink Drawing: A Simple Guide (Parka Blogs)

domingo, 26 de março de 2017

Desafio 283: Começar e não olhar pra trás.

A última vez que eu falei de um desafio, faltavam 290 dias para o final do ano. Eu tanto demorei, que quando comecei mesmo, faltavam 283 dias -- ou seja, lá se foi uma semana. Para quem me segue via Instagram (https://www.instagram.com/prixdekanun/) pode ver que a coisa já começou -- eu resolvi dar uma retrospectiva desse início por aqui, porque percebi que os posts feitos pelo Instagram no Blogger não se distribuem pelas redes sociais como aqueles que são feitos diretos aqui.

Ideal mesmo, seria fazer um desafio 365 (daqueles em que a gente fica um ano inteiro no desafio). Mas como já se foram praticamente 03 meses do ano, eu queria alguma coisa que começasse e terminasse esse ano. Queria poder prometer mais do que 283 dias desenhando ou 283 sketchs novos (estava com ideias doidas iniciais de fazer algo que fosse umas quatro vezes isso) mas dada a atual realidade, a coisa já é desafiante desse jeito. Recentemente eu fiz uma retrospectiva dos meus rabiscos nos últimos 23 anos, disponíveis no Flickr -- basicamente, desde o primeiro curso de desenho que fiz no SENAC-SP quando estava com 14 anos -- e a produção é pífia: não chega a 1000, nem dando 20% de lambuja por tudo que foi feito e se perdeu ao longo da vida. Nem precisa dizer que com uma média tão baixa, "constância" realmente não é o meu forte não é? Então foi exatamente essa falta de constância que eu quis atacar nos números.

Ainda estou meio perdida sobre o que fazer, o que estudar, que estilo ou tema privilegiar -- resolvi começar os cursos do Drawing Tutorials Online que eu assino há anos na sequencia correta, e ver o que acontece. Então agora cada dia eu assisto algum vídeo do salto, e desenho um pouco -- estou tentando fechar no mínimo uma folha do meu sketchbook por dia, frente e verso, mas se um dia o tempo apertar, rabiscar apenas uma página já atende as necessidades do dia.

Por hora, eu já vi que paciência é algo a ser trabalhado. Ela afeta diretamente a qualidade daquilo que é feito, e a qualidade do que eu aprendo ou pratico com um desenho. Outro ganho considerável seria escolher as referências com antecedência, e o que vai ser trabalhado em cada desenho -- ou mesmo decidir que não vou trabalhar com referências em determinado rabisco, e o que eu vou tentar trabalhar de imaginação (ou lembrança). Vamos ver... Por hora, abrir o sketchbook todo dia e rabiscar é o mais importante.