sexta-feira, 9 de maio de 2014

O que fazer com um lápis n.º2?

O lápis n.º2 que não foi ferido de morte durante a execução desse rascunho.

De volta ao mundo dos vivos por aqui, e começando de verdade o sketchbook em 2014... Afinal de contas, é apenas Maio.

Ainda estou aprendendo a lidar com o sketchbook da Tilibra: a folha é um pouco mais áspera do que eu estou acostumada, então os sombreados não saem tão acetinados quanto costumavam sair no sketchbook da Sterling que eu usei no ano passado.

Como eu havia dito em posts passados, felizmente agora eu aprendi a scanear meus desenhos à lápis... Mais precisamente, não é que eu aprendi -- é que antes eu utilizava o programa padrão do meu Scanner HP, e agora eu uso o VueScan em sua versão gratuita, e ele é muito mais inteligente para esse tipo de scaneamento.

Vítima (referência), arma (lápis)
e resultado do crime (rascunho).
Outra coisa que eu quis fazer por aqui, só de birra, foi fazer o desenho inteiro com um lápis n.º2 simples, desses escolares... Eu tive um professor de desenho há algum tempo atrás que tinha como missão pessoal desacreditar a qualidade dos produtos Faber Castell... E eu assumi a missão pessoal desacreditar essa baboseira dita por ele. Não só porque a Faber Castell tem linhas específicas (a vermelha é escolar, a azul é amadora e a verde é a profissional), mas porque tirando alguns casos extremos, a qualidade do produto está mais no artista do que na ferramenta utilizada.

Isso não significa que o meu desenho está uma obra prima... Muito pelo contrário, você pode ver em relação a referência mas... Se você quer aprender a desenhar de verdade, é muito pouco provável que você precise de algo mais que folhas de papel e um lápis... Qualquer lápis.

O rascunho que ilustra esse post:

Rascunho 08/365
Rascunho 08/365 em 2014... Ainda na esperança dos 365!
 

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